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Sociedade

Azinheira secular de Mértola ficou em 3º lugar no concurso ‘árvore do ano’

‘Portugal venceu no ano passado com o sobreiro assobiador’ este ano ficou no pódio mas no 3º lugar.

Amilcar Matos

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A árvore de Mértola, Azinheira Secular do Monte Barbeiro, ficou na 3ª posição com a vitória a sorrir à Amendoeira na Montanha da Neve, Hungria. No 2º lugar ficou o Carvalho da Aldeia de Abramtsevo da Rússia.

O concurso Tree of the Year teve 15 países a concurso. “O concurso não procura apenas a árvore mais bonita esteticamente, mas sim uma árvore com uma história, uma árvore enraizada nas vidas e no trabalho das pessoas e da comunidade que a rodeia”, explicam os organizadores.

‘Portugal venceu no ano passado com o sobreiro assobiador’

Há cerca de um ano, Portugal participou pela primeira vez e foi o grande vencedor, com o “sobreiro assobiador” da aldeia de Águas de Moura, na região de Palmela. Nesse ano, cerca de 200.000 pessoas participaram nas votações daquele que já é considerado “um dos maiores concursos da Europa”.

Quanto a 2019, a árvore que representou Portugal foi escolhida numa competição online com mais nove concorrentes, em que houve um total de 19.328 votos.’

Azinheira Secular do Monte Barbeiro

‘ESPÉCIE: AZINHEIRA (QUERCUS ROTUNDIFOLIA LAM)

IDADE: 150 ANOS

REGIÃO: MÉRTOLA, ALENTEJO, PORTUGAL

A árvore da sombra secular

A azinheira é uma árvore resiliente que faz parte de um sistema de produção mediterrânico único, que sustenta a economia de territórios frágeis e contribui para a biodiversidade.

A melhor forma de perceber a grandiosidade desta Azinheira Secular é efetivamente pela sua sombra, ao nos sentarmos debaixo da sua copa que faz com que o calor abrasador do Alentejo nos pareça suportável e nos permite contemplar a vastidão da planície envolvente respirando a sua tranquilidade.

O concurso Tree of the Year 2019 é organizado pela Environmental Partnership Association (EPA), uma associação ambiental que há 25 anos actua em seis países da Europa Central e de Leste.

O objectivo é “destacar a importância das árvores no património natural e cultural da Europa e nos serviços do ecossistema.”Os vencedores serão revelados apenas na cerimónia final de entrega de prémios, que se realiza em Bruxelas a 19 de Março.

Sociedade

Festas de Nossa Senhora do Rosário de Troia ( reportagem com fotos )

As cerimónias reforçaram a componente sagrada do sítio e relançou o culto pela população.

TDS noticias

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Perto de duas centenas de embarcações de pesca e de recreio engalanadas participaram no círio fluvial de encerramento das Festas de Nossa Senhora do Rosário de Troia, que, no dia 19, trouxe a imagem da santa padroeira dos pescadores a Setúbal.

A procissão de barcos, de ligação de Troia a Setúbal, foi recebida por centenas de pessoas ao longo da zona ribeirinha setubalense, com lenços brancos para acenar à imagem de Nossa Senhora do Rosário de Troia, ponto alto da tradicional festa de fé e de convívio da comunidade piscatória, realizada nos dias 17, 18 e 19.

Para o presidente da Comissão de Festas de Nossa Senhora do Rosário de Troia, Armando Oliveira, “esta foi a melhor edição de sempre”, mobilizando um total de 190 embarcações. As expetativas da organização, garante, “foram superadas”.

Transportada pela embarcação “Filipe e Pedro”, a imagem de Nossa Senhora do Rosário de Troia regressou a Setúbal num cortejo que coloriu as águas do rio Sado ao fim de três dias de festividades, as quais levaram centenas de pessoas a acampar na Caldeira de Troia.

A presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Maria das Dores Meira, viajou na embarcação que transportou a imagem da santa padroeira dos pescadores, ao lado dos presidentes da União das Freguesias de Setúbal, Rui Canas, e da Junta de Freguesia de São Sebastião, Nuno Costa.

Após três dias de tríduo na Igreja de São Sebastião, em Setúbal, a 14, 15 e 16, os participantes rumaram a Troia, a 17, para um convívio entre famílias, onde decorreram celebrações religiosas, divertimentos, bailes e um espetáculo de fogo de artifício no dia 18.

Na edição deste ano das festas, organizadas com o apoio da Câmara Municipal de Setúbal, da Junta de Freguesia de São Sebastião e da União das Freguesias de Setúbal, a vitória do concurso de barcos engalanados coube à embarcação “O Nabo”, na categoria com mastro, e a “Virgem Medianeira”, na classe sem mastro.

A manifestação religiosa tem cariz sistemático centenário, mas os primeiros registos de sacralidade do local, a Caldeira de Troia, datam de há cerca de quinhentos anos.

A adoração a Nossa Senhora do Rosário de Troia resultará de um incidente com pescadores em aflição que conseguiram abrigo na Caldeira. Descobriram uma imagem de madeira nas margens, alegadamente proveniente de uma embarcação estrangeira, o que os fez acreditar que foram salvos por ela.

 

 

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