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Aulas presenciais suspensas em Vendas Novas para alunos do 7º ao 12º ano. – TDS Radio e Televisão do Sul
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Educação

Aulas presenciais suspensas em Vendas Novas para alunos do 7º ao 12º ano.

Apenas os alunos do 3º ciclo e ensino secundário não tem aulas presenciais, os restantes ciclos de ensino retomarão as atividades letivas esta segunda feira, em regime presencial.

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Situação em Vendas Novas também é preocupante

“Pedido do agrupamento de Vendas Novas acabou por ter resposta positiva”

Considerando que a tendência da situação seria de agravamento, no início do 2º período, a diretora do agrupamento, Adélia Bentes, propôs, em reunião com o Secretário de Estado Adjunto e da Educação, João Costa, o adiamento do início do 2º período para o dia 11 de janeiro.

A proposta não foi aceite inicialmente, com a justificação de que não estavam previstas alterações ao calendário escolar.

O agrupamento voltou a contactar as autoridades de saúde e a DGEsTE, dando conta da sua apreensão, partilhada por muitos pais e encarregados de educação, docentes e alunos.

Nessa comunicação, e tendo em conta que não poderia haver alterações ao calendário escolar, solicitou autorização para alteração do regime de ensino Presencial para o regime a Distância.

Hoje, o Agrupamento recebeu (via telefone) a informação de que teria autorização para iniciar as atividades letivas do 2º período, no dia 04 de janeiro, em regime a distância para os alunos do 7º ao 12º ano (inclusive).

Os alunos das turmas do 7º ao 12º ano que, a partir de amanhã, todas as turmas destes anos funcionarão em regime a distância.

Uma vez que a autorização se aplica apenas ao 3º ciclo e ensino secundário, os restantes ciclos de ensino retomarão as atividades letivas no dia 04 de janeiro, em regime presencial.

Agricultura

38 novos postos de trabalho ao serviço da ciência em Elvas

Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia

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38 novos postos de trabalho ao serviço da ciência em Elvas

“Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia”

A obra do Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia prossegue no Instituto Nacional de Investigação Agrário e Veterinária Elvas, a antiga Estação de Melhoramento de Plantas.

O presidente da Câmara Municipal de Elvas, Nuno Mocinha, visitou o espaço na manhã desta quarta-feira, dia 24, no que foi acompanhado pelo diretor do INIAV Elvas, Benvindo Maçãs, e outros técnicos ligados à obra em curso.

O Laboratório Colaborativo InnovPlantProtect (InPP) é uma associação privada sem fins lucrativos, criada em janeiro de 2019, constituída por iniciativa da Universidade Nova de Lisboa e que congrega 12 fundadores: INIAV, Município de Elvas, Universidade de Évora, Syngenta Crop Protection, Bayer CropScience Portugal, Fertiprado, CEBAL, Casa do Arroz, ANPOC, ANPROMIS e FNOP.  O InPP conseguiu juntar mais de sete milhões de euros para a sua instalação e contratação dos seus colaboradores

Este Laboratório Colaborativo, cujas atividades e instalação se iniciaram em Janeiro de 2020, fica sedeado no piso térreo do edifício principal do INIAV Elvas, que se encontra em obras para adaptação das condições à instalação de laboratórios e infraestruturas modernas. Provisoriamente, encontra-se instalado no primeiro andar do mesmo edifício.

O InPP tem com missão desenvolver biopesticidas inovadores para proteger as culturas mediterrânicas. Para cumprir esta missão, vão utilizar-se os mais modernos conhecimentos científicos para, em colaboração com diferentes instituições interessadas, resolver os problemas que se colocam à agricultura mediterrânica, devido à redução da disponibilidade de princípios ativos e ao surgimento de novas pragas e doenças, para as quais não há soluções de prevenção e combate.

Neste contexto, o InPP tem como objetivos específicos produzir novos biopesticidas para pragas e doenças; novas variedades resistentes a pragas e doenças; novos métodos de monitoramento e diagnóstico e; novos métodos de análise de risco e aplicação de pesticidas.

Os Laboratórios Colaborativos têm como objetivo criar emprego altamente qualificado nas regiões menos povoadas do país. O InPP tem, atualmente, contratados 38 pessoas, 16 das quais doutoradas, 17 mestres e cinco licenciados. Estas pessoas em conjunto têm as seguintes competências, disponíveis para atingir os objetivos do InPP: Biologia molecular de plantas, fungos e bactérias patogénicos, e de pragas; Bioquímica e Microbiologia; Biotecnologia e Melhoramento Molecular; Bioinformática e Bioestatística; Formulações e Nano e Microtecnologia; Desenvolvimento de Produtos; Sistemas de Informação Geográfica; Ciências da Computação e Inteligência Artificial e Gestão de Projetos e de Comunicação.

O InPP pretende colocar as suas competências ao serviço local, regional, e Internacional, estando a envidar esforços para integrar e acolher a sua equipa em Elvas. Atualmente, pese embora as limitações derivadas da pandemia e do confinamento, a maioria dos colaboradores vive já na cidade, estando disponíveis para colaborar com as instituições locais, no âmbito das suas competências.

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