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ÁTOA: Já viu a reportagem da TDS no início da carreira do grupo?

A banda surgiu do nada. Eles simplesmente faziam música porque isso lhes dava prazer.

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Os ÁTOA são hoje conhecidos do grande público … mas já houve tempo que não era assim. Recorde com a TDS os primeiros tempos do grupo eborense e o seu primeiro contrato com a Universal Music.

ÁTOA o grupo de Évora que lidera os top’s nacionais
Quem são os ÁTOA? 
São uma recente banda portuguesa, constituída por por 4 elementos (o João, o Guilherme, o Rodrigo e o Mário). E “chamam-se ÁTOA porque no início foi assim, tudo era um pouco à toa” (dizem eles na sua bio da página oficial do facebook).

A banda surgiu do nada. Eles simplesmente faziam música porque isso lhes dava prazer.
Hoje têm um objetivo: “fazer boa música cantada em português”.
As suas músicas, segundo eles, refletem as suas vivências e a amizade que estes quatro rapazes têm e mantêm há já muito tempo. Dizem ainda que “São mais do que uma banda, mais do que um grupo de amigos. São uma família”.

E como surgiram os ÁTOA?
O João e o Guilherme são amigos de longa data. Conheceram-se quando tinham 6 anos apenas, e frequentaram quase sempre a mesma escola, e desde logo descobriram o seu gosto comum pela música. Por isso para quê perder tempo? Juntaram-se e começaram a tocar e a produzir as suas primeiras composições. Mais tarde voltaram a encontrar-se no Conservatório Eborae Música em Évora, onde nessa altura o gosto pela música e a composição aumentou ainda mais. Foi aí que conheceram o Rodrigo. Estavam a precisar de um baterista, e por isso convidaram-no a juntar-se a eles (e ele aceitou, é claro!). Tudo ia tão bem encaminhado, que foi então que eles se começaram a aperceber que ali poderia surgir algo a sério. Foi então que convidaram o Mário a juntar-se a eles.

Eis que estão encontrados os 4 elementos desta banda e surgem os ÁTOA, assim mesmo, à toa.

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Património

EDIA publica vídeo de sensibilização sobre Sobreiros e Azinheiras

Os Sobreiros e Azinheiras, tal como todas as árvores, são máquinas que a natureza aperfeiçoou para fixar o dióxido de carbono atmosférico e assim um instrumento fundamental para a neutralidade carbónica que perseguimos.

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Consciente da importância que as Quercíneas têm no ecossistema do Alentejo, fazendo delas verdadeiros ícones da região, a EDIA decidiu produzir e publicar um vídeo de sensibilização para a preservação na paisagem destas espécies.

Para além de constituírem uma imagem de marca do Alentejo, as quercíneas dispersas têm também um valor ambiental associado ao facto de contribuírem para a promoção da biodiversidade com ligação direta à presença de organismos auxiliares da atividade agrícola, ao permitirem o poiso e nidificação de aves insetívoras e de aves de rapina diurnas e noturnas assim como de morcegos insetívoros arborícolas. Estes, controlando roedores e insetos, ajudam a proteger e reduzir a suscetibilidade a pragas e ruturas nos sistemas de rega, o que se repercute na produtividade, redução das perdas agrícolas e, consequentemente, no valor económico.

A presença de quercíneas dispersas favorece a perceção da multifuncionalidade do espaço rural, quebrando a monotonia da paisagem e acrescentando-lhe valor.

A grande maioria dos sistemas de rega, com exceção dos pivots, permite compatibilizar as quercíneas isoladas com as culturas regadas criando até sinergias entre as duas espécies vizinhas, tal como acontece nas florestas naturais.

As eventuais reduções de áreas de plantação devido à presença de quercíneas isoladas são potencialmente compensadas pelo aumento da produtividade e rentabilidade em resultado da redução dos danos provocados por pragas ou do custo investido no seu controlo.

Mesmo nas vinhas, olivais e amendoais em que se pretende fazer a colheita com máquinas de colheita em sebe, a presença de árvores dispersas não é incompatível com este procedimento, desde que seja criada uma clareira em redor da árvore.

Preservar as quercíneas é preservar a identidade da região sem prejuízo da agricultura moderna do Alentejo.

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