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ASAE encerra ginásio em Portalegre – TDS Radio e Televisão do Sul
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Crime

ASAE encerra ginásio em Portalegre

Total incumprimento das medidas decorrentes do estado de emergência

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A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), através da sua Unidade Regional do Sul, realizou uma ação inspetiva direcionada à verificação do cumprimento das medidas previstas no estado de emergência no âmbito do combate à pandemia de Covid-19.

“encerramento de um ginásio”

O operador económico, localizado em Portalegre, mantinha a prestação do serviço, funcionando em total incumprimento das medidas decorrentes do estado de emergência de forma camuflada, por intermédio de mecanismos de controlo de entradas, de vigilância das imediações para alerta quanto a possível intervenção policial e munido com sistemas de dissimulação que asseguravam a não emissão de sinais para o exterior.

A ação resultou no encerramento coercivo do ginásio e na identificação do proprietário e dos 6 clientes que ali se encontravam, originando, também, a instauração dos respetivos processos de natureza contraordenacional tando ao proprietário como aos clientes, nomeadamente por se encontrarem em violação do encerramento de atividade do estabelecimento, do dever geral de recolhimento obrigatório e pela ausência uso de máscara.

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Animais transportados a partir de Sines em condições lamentáveis. (vídeos)

Veja imagens chocantes do transporte de 2876 bovinos e 12576 ovinos.

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Transporte marítimo de animais

“… embarcaram 2876 bovinos e 12576 ovinos”

A denuncia está a ser feita pela Plataforma Anti-Transporte de Animais Vivos (PATAV) e pela Israel Against Live Shipments.

Dia 17 de março embarcaram 2876 bovinos e 12576 ovinos no porto de Sines.

O desembarque em Israel foi o ‘mais sangrento’ segundo referem os elementos da ‘Israel Against Live Shipments’ que estiveram presentes.

” Todos os camiões levavam pelo menos um dou dois animais feridos ou moribundos, espezinhados pelos restantes. o sangue escorria do piso de cima para o de baixo, sendo impossível perceber de onde provinha”, referem os ativistas da PATAV citando os congéneres de Israel .

Em 2017, após sucessivas queixas da PATAV, o navio Aldelta, foi suspenso de operar em Portugal mas no passado mês de março voltou ao porto de Sines.

Quando questionada, a DGAV (Direção Geral de Alimentação e Veterinária) terá informado que ‘o navio pretendia levantar a suspensão e que tal só sucederia se existissem garantias que todas as não conformidades estavam resolvidas e que a tripulação tinha formação adequada para lidar com os animais’.

Ontem a ministra da agricultura, referiu aos jornalistas, estar ‘preocupada com todas estas situações e é urgente a revisão da legislação europeia para o transporte de animais vivos’, referiu a governante.

A ministra referiu ainda que ‘existem situações de boas e más práticas no transporte de animais’.

Segundo refere no seu sítio da internet a PATAV ‘já diligenciou para que este navio fosse novamente impedido de operar em Portugal’.

Veja as imagens impressionantes AQUI e AQUI.

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