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Sociedade

Arronches foi o concelho alentejano com menos nascimentos

Apenas dois bebés desde o início do ano.

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Arronches com menos nascimentos

“Alentejo fica fora dos 10 concelhos com mais nascimentos”

Só Manteigas e Corvo registaram, este ano até Julho, menos nascimentos do que Arronches. O concelho alentejano regista o nascimento de duas crianças enquanto os concelhos citados registaram um nascimento apenas.

Quanto aos concelhos com mais nascimentos Lisboa lidera com 5832 seguido do Porto com 2119.

Entre os 10 concelhos com mais nascimentos em Portugal não está nenhum do Alentejo. Na região só Évora e Beja registaram mais de 100 nascimentos até julho.

A nível nacional

Depois de um aumento em 2018, o número de nascimentos em Portugal voltou a encolher no ano passado.

Em 2019, nasceram 87 mil crianças em território nacional, sendo que destas 86.557 são filhos de mães residentes.

Assim, e mesmo com o número de óbitos a diminuir ligeiramente, o saldo natural foi negativo pelo 11.º ano consecutivo.

Em 2019 registaram-se em território nacional 87.000 nados-vivos e 112.253 óbitos. O número de nados-vivos de mães residentes em Portugal foi 86.557, menos 0,5% em relação a 2018.

Os números foram divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística.

Agricultura

APORMOR ‘repudia’ intenção da ministra da agricultura

Associação repudia intenção do Governo em criar uma Direção-Geral dependente do Ministério do Ambiente para a sanidade e bem-estar animal

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A APORMOR associa-se a todas as organizações que já manifestaram o repúdio pela intenção do Governo de criar uma Direção-Geral dependente do Ministério do Ambiente para o bem-estar dos animais de companhia, satisfazendo, parcialmente, uma exigência de um dos seus apoiantes, o PAN.

Dizemos parcialmente, porque este partido político exige que também os animais de produção sejam abrangidos.

“APORMOR repudia intenção do Governo de criar uma Direção-Geral dependente do Ministério do Ambiente para a sanidade e bem-estar animal”

Segundo a APORMOR em comunicado “O Mundo Rural mobilizou-se, quase em uníssono, contra esta intenção de tirar aos técnicos da Direção Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) a gestão do bem-estar animal e entregá-la aos políticos, neste caso e neste contexto a pessoas que, dizendo-se defensores dos animais e da natureza, são as que mais atentam contra as leis naturais que têm garantido, ao longo dos séculos, a coexistência entre as espécies animais, incluindo a humana.

E esta vida em comum na natureza tem tido, nas últimas décadas, o apoio indispensável da DGAV e das Direções-Gerais que a antecederam, não só na sanidade animal, mas também na aplicação de regras de bem-estar animal, que todos os produtores pecuários compreendem e acatam. “

Segundo adianta esta associação de produtores sediada em Montemor -o-Novo “Esta Direção Geral, apesar da intenção deliberada por parte da Tutela de a ir desativando, não substituindo os funcionários que se reformam, nem dotando os que restam com os meios mínimos necessários, a começar pelos transportes, para que possam cumprir a sua missão, ainda dispõe de técnicos e outros funcionários que todos os dias fazem milagres para que a saúde pública e animal sejam asseguradas, dentro das condicionantes existentes.”

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