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Artes

Apresentada a Rota do Megalitismo

Antas monumentais de Montemor o Novo

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O concelho de Montemor-o-Novo é uma região rica em sítios pré-históricos, com vários tipos de monumentos megalíticos dispersos por todo o território.

“Antas monumentais de Montemor o Novo”

Desde antas monumentais como a Anta Grande da Comenda da Igreja, a reutilizações peculiares deste tipo de arquitetura do neolítico como a Anta do Estanque, em São Geraldo, ou a Anta Capela de São Brissos ou de Nossa Senhora Livramento, próxima da vila do Escoural e da aldeia de São Brissos.

A Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo e o Município de Montemor-o-Novo, efetuaram a apresentação da “ROTA DO MEGALITISMO”, integrada nas Rotas do Touring Cultural do Alentejo e Ribatejo, na Anta-Capela de Nossa Senhora do Livramento ou de S. Brissos (São Brissos – Santiago do Escoural).

O momento contou com a presença, entre outros, da Presidente da Câmara de Montemor-o-Novo, Hortênsia Menino, e do Presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, António Ceia da Silva.

A Anta Capela de São Brissos, o sítio escolhido para acolher a apresentação desta rota do megalitismo regional, é um curioso exemplo da adaptação de um monumento funerário megalítico a templo cristão, atestando a forma como o cristianismo se teve de adaptar às antigas tradições pagãs que ainda perduravam no território, assimilando-os.

A anta foi convertida em ermida por volta do século XVII e continua a fazer parte do quotidiano da comunidade local, sobretudo por altura da segunda-feira de Páscoa e durante a quinta-feira da Ascensão.

Esta Rota é um convite ao desconfinamento com percursos que transportam os turistas e visitantes até aos diversos locais, onde se encontram numerosos e distintos menires, cromeleques ou dolmens que têm despertado o interesse de investigadores, arqueólogos e curiosos.

O Alentejo é das regiões com maior densidade e variedade de vestígios e monumentos megalíticos, construídos pelos povos do Neolítico e do Calcolítico.

Expressão de uma religiosidade profundamente ligada à natureza, estes monumentos surpreendem-nos, pela sua escala e pelo modo como se implantam na paisagem e dela fazem parte. Aqui se encontra a arquitetura mais antiga da Europa, um património cultural único, com extraordinário enquadramento ambiental, que nos emociona e leva a conhecer a própria história da humanidade.

Artes

Ermida de S. Brás, em Évora, irá beneficiar de obras de conservação

Obra vai custar 83 mil euros

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Ermida de S. Brás, em Évora, irá beneficiar de obras de conservação

” valor global da obra é de 83 mil euros “

Mandada construir por D. João II, e classificada como Monumento Nacional, a Ermida de S. Brás, situada no Rossio de S. Brás, em Évora, irá beneficiar de obras de conservação, que incidirão na cobertura, rebocos e caixilharias.

O projeto é da Direção Regional de Cultura do Alentejo, que também fiscalizará a obra, resultando de uma parceria com a Fábrica Paroquial de S. Brás.

O contrato para a empreitada foi já celebrado entre a Fábrica Paroquial de S. Brás e a empresa Construções Borges & Cantante, Lda., à qual foram adjudicados os trabalhos que arrancam a 3 de fevereiro, dia de S. Brás.

Candidatada ao PORA – Programa Operacional Regional do Alentejo a intervenção é financiada pelo FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional e está validada por protocolo com a Direção Regional de Cultura do Alentejo e pela Direção-Geral do Tesouro e Finanças.

O valor global da obra é de 83 093,80 € (oitenta e três mil e noventa e três euros e oitenta cêntimos), acrescido de IVA à taxa legal em vigor.

A Ermida de S. Brás constitui um importante símbolo da cidade de Évora sendo simultaneamente um espaço religioso de referência para a população eborense e para quem a visita.

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Diretora Regional de Cultura do Alentejo manifesta profundo pesar pela perda de João Cutileiro 

Um dos mais singulares artistas portugueses do século XX.

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Foto: TDS (direitos reservados)

Diretora Regional de Cultura do Alentejo manifestou publicamente a “mais profunda consternação pelo falecimento do escultor João Cutileiro (1937-2021) e endereça à família as mais sinceras e sentidas condolências. ”

” O adeus a João Cutileiro”

Em nota enviada aos jornalistas, Ana Paula Amendoeira, afirma que se trata “Indiscutivelmente um dos mais singulares artistas portugueses do século XX, com uma vida dedicada à arteà criação artística e à divulgação e fomento da escultura, João Cutileiro difundiu amplamente a Cultura portuguesa, em Portugal e no estrangeiro, ao longo de mais de setenta anos. ”

E conclui: “A inestimável obra de uma vida, também como artista plástico e fotógrafo, o talento, a personalidade generosa de João Cutileirocontinuarão a inspirar jovens artistas, a contribuir para a criação, para o estudo e investigaçãocontinuando a desafiar, a renovar. 

fruíção do seu trabalho, no Alentejo, no país, no mundo, perpetua a memória do escultorque vivia em Évora desde 1985, e torná-lo-á perene tal como a pedra que trabalhava, desafiando o tempo efémero.”

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Destruição de monumentos no Alentejo chega ao parlamento.

Ana Paula Amendoeira, vai ser hoje ouvida pelos deputados da Comissão de Cultura e Comunicação

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A diretora regional de Cultura do Alentejo, Ana Paula Amendoeira, vai ser hoje ouvida pelos deputados da Comissão de Cultura e Comunicação, na Assembleia da República, em Lisboa, sobre os recentes casos de destruição de património arqueológico na região.

“Ana Paula Amendoeira, vai ser hoje ouvida pelos deputados da Comissão de Cultura e Comunicação”

De seguida, a comissão parlamentar vai ouvir os professores Vítor Gonçalves, Ana Catarina Sousa (Universidade de Lisboa) e Leonor Rocha (Universidade de Évora).

Em causa, segundo o requerimento do Bloco de Esquerda, está uma situação “de abandono e de destruição de numerosos vestígios arqueológicos, de diferentes tipologias e períodos, na região do Alentejo”, que ocorre “há anos” e que “tem assumido dimensões preocupantes e completamente fora do controlo, nos tempos atuais, devido à propagação da agricultura monocultural intensiva na região”.

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Presépio com figuras em tamanho real nas ruas de Monsaraz

Exposição pelo 21º ano consecutivo

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Presépio com figuras em tamanho real regressa às ruas de Monsaraz

” exposição pelo 21º ano consecutivo “

O presépio com figuras em tamanho real regressou pelo 21.º ano consecutivo às ruas de Monsaraz. Até ao dia 6 de janeiro, quem percorrer as ruas da vila medieval pode passear ao lado das figuras do presépio, como os Reis Magos, o pastor, os guardas do castelo, o oleiro, o almocreve, a lavadeira e a fiadeira, que se dirigem para junto da Virgem Maria, São José e o Menino Jesus, que estão colocados no Castelo.

O presépio de rua de Monsaraz é um projeto concebido há mais de duas décadas pela escultora Teresa Martins e apresenta 46 figuras em tamanho real.

As esculturas estão feitas em ferro e rede recobertas por panos impermeabilizados de cor crua, pintadas em tons pastel, rosa velho e lilases, têm as caras e as mãos feitas em cerâmica e estão iluminadas durante a noite.

Na Praça de Santo António, em Reguengos de Monsaraz, a natividade também está representada com um presépio, assim como nas localidades de S. Pedro do Corval, Carrapatelo, Santo António do Baldio, S. Marcos do Campo, Campinho e Cumeada.

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Bonecos de Estremoz: 3 anos de Património da Humanidade.

Autarquia pretende valorizar a arte

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Estremoz assinala na segunda-feira três anos da classificação da produção dos bonecos em barro, como Património da Humanidade, pela UNESCO

” valorização e salvaguarda desta arte”

Segundo a autarquia, a classificação dos bonecos de Estremoz como Património Cultural Imaterial da Humanidade, “foi um ponto de partida para um trabalho que continua a ser desenvolvido para a valorização e salvaguarda desta arte”.

Como resultados concretos deste trabalho, indicou o município, no primeiro semestre de 2021, vai ser inaugurado o Centro Interpretativo do Boneco de Estremoz, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte.

No primeiro trimestre do próximo ano, adiantou a autarquia, vai ser apresentado o Laboratório de Investigação, Conservação e Restauro, que ficará instalado no mesmo edifício do centro interpretativo.

A “Produção de Figurado em Barro de Estremoz”, vulgarmente conhecida como bonecos de Estremoz, foi classificada como Património Cultural Imaterial da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) em 07 de dezembro de 2017, na sequência de uma candidatura apresentada pelo município do distrito de Évora.

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“Desembarque” estreia hoje na TDSrádio. A cultura em primeiro lugar.

Rita Carneiro estreia na TDS às 17h00 deste sábado.

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Programa de uma hora de cultura, notícias, eventos, música, etc

“Desembarque”

Desembarque é um programa semanal com duração de uma hora e que pretende, acima de tudo, pela sua génese, abordar a Cultura no seu sentido mais lato, ou seja, tanto dar destaque a notícias, novidades, eventos, quanto abordar um autor, uma obra, quer seja literária, discográfica, cinematográfica…

Desembarque surgiu da estreita relação da autora com a temática cultural em geral. Licenciada em Antropologia Cultural e Social, pela Universidade Nova de Lisboa, Rita Carneiro cedo se apercebeu da quase ausência de espaços que pudessem e quisessem dar ênfase a esta vertente tão importante da nossa vida em sociedade. 

Assim nasceu Desembarque, da necessidade que a autora sentiu em transmitir, primordialmente no Arquipélago dos Açores, onde reside, as iniciativas que a este nível vão surgindo, cada vez com mais intensidade, mas não apenas por aí, do nível local ao nacional, do nacional ao internacional, a divulgação é a arma mais poderosa nos tempos que correm. 

Actualmente, aposta na divulgação não só da música portuguesa de qualidade como também na estrangeira, tentando manter sempre esses mesmos níveis de qualidade, introduziu uma pequena rúbrica dedicada à poesia e aos melhores “dizeurs”, não só mais antigos como essencialmente aos actuais.

Desembarque é apenas isso: dar um pouco de voz a um dos aspectos mais importantes de qualquer sociedade – a sua cultura!

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Alcácer do Sal candidata ao Prémio Nacional da Paisagem 

A Paisagem do Sado Navegável – Um Rio de Culturas

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O Município de Alcácer do Sal é candidato ao Prémio Nacional da Paisagem, uma distinção honorífica que premeia o mérito de quem, em Portugal, contribui para um desenvolvimento territorial mais sustentável e promove a sensibilização para a importância da paisagem na qualidade de vida.

“A Paisagem do Sado Navegável – Um Rio de Culturas”

A candidatura apresentada pelo Município intitula-se “A Paisagem do Sado Navegável – Um Rio de Culturas” e promove essencialmente o rio Sado e a importância que este tem tido na vida e na história da população de Alcácer do Sal.

Aborda, assim, a paisagem e a história do rio, o património, o mote dado ao Museu Pedro Nunes, a fauna, a flora, a importância dos galeões na promoção de Alcácer enquanto destino turístico, o desenvolvimento sustentável verificado nos últimos anos com a reabilitação das habitações antes viradas de costas para o rio e hoje viradas para o mesmo; versa ainda sobre o crescimento do alojamento turístico, o aumento do número de turistas no território e a participação pública em projetos da autarquia.

As candidaturas encerraram dia 31 de outubro e vão agora ser avaliadas por um júri presidido por um perito nacional de reconhecido mérito na área da paisagem e representantes de várias entidades relevantes.

De entre estas candidaturas será selecionado o projeto que representará Portugal no Prémio da Paisagem do Conselho da Europa.

No quadro da Convenção Europeia da Paisagem e da Política Nacional de Arquitetura e Paisagem, o Ministério do Ambiente criou em 2012, através da Direção-Geral do Território, o Prémio Nacional da Paisagem como fase preparatória do Prémio da Paisagem do Conselho da Europa.

Realiza-se de dois em dois anos, sempre que possível, e distingue abordagens territoriais promotoras da qualidade da paisagem rural, urbana e periurbana, que fomentam a consciência cívica sobre o valor cultural das paisagens e sobre o papel que os diversos atores, públicos e privados, desempenham na sua transformação.

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Acácio Alferes apresenta livro no Torrão 

O mundo rural onde vivi – e outras memórias.

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Apresentação de livro em Torrão, Alcácer do Sal

“O mundo rural onde vivi – e outras memórias”

A Biblioteca Maria Rosa Colaço, no Torrão, recebe no dia 7 de novembro (sábado), pelas 16h, a apresentação do livro “O mundo rural onde vivi – e outras memórias”, pelo seu autor, Acácio Alferes.

O evento, promovido pela Câmara Municipal de Alcácer do Sal, é público, com lotação limitada às normas de segurança.

Biografia de Acácio Alferes 

“Nasci na Casa Branca do Sado no dia 10 de abril de 1939 e aí vivi até aos 16 anos.

Quando cheguei à idade escolar fui matriculado no posto escolar da barragem de Vale de Gaio, acabado de criar. Tinha então sete anos e, para ir à escola, tinha que ir a pé. Ia de madrugada, da Casa Branca à barragem, com um grupo de trabalhadores e regressava, já à noitinha, com os mesmos trabalhadores. Eram 13 quilómetros à ida e outros tantos no regresso.

Fiz os 1º e 2º anos do liceu no Torrão, com o professor Viegas. Do 3º ao 5º ano andei no liceu de Setúbal. Os 6º e 7º anos fi-los em Évora.

Em 1957 ingressei no Instituto Superior Técnico, mas em julho de 1961 tive que interromper os estudos por ter sido chamado para a tropa, donde saí em outubro de 1964. A partir dessa data e até janeiro de 1966 dei aulas na Escola Emídio Navarro, em Almada.

Como trabalhador-estudante, fiz os últimos três anos do meu curso de Engenharia Eletrotécnica, que terminei em 1967, já casado e com um filho.

Em janeiro de 1968 ingressei no ramo das telecomunicações dos CTT e, em julho, depois de um estágio em Aveiro, fui colocado em Évora. Aqui fui trabalhando até julho de 1994, quando fui saneado e despejado nos serviços centrais da empresa, em Lisboa.

Em julho de 1974 aceitei o convite de um grupo de democratas eborenses para fazer parte da Comissão Administrativa da Câmara de Évora.

Nas primeiras eleições autárquicas fui eleito pela FEPU para a Câmara e, mais modernamente, fui membro da Assembleia Municipal, eleito nas listas do Partido Socialista”.

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Jornadas Europeias do Património 2020 no Alentejo.

Marvão, Beja, Évora e Grândola recebem iniciativas

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As Jornadas Europeias do Património 2020este ano subordinadas ao tema Património e Educação, decorrem nos dias 25, 26 e 27 de setembro, coordenadas pela Direção-Geral do Património Cultural, a nível nacional. 

“Marvão, Beja, Évora e Grândola recebem iniciativas”

O tema desta edição pretende sensibilizar para o papel do património na educação e para o papel da educação no património, bem como para a riqueza e complexidade desta relação em diversas áreas.

A Direção Regional de Cultura do Alentejo inscreveu no programa das JEP 2020 a visita temática ‘Do barreiro à cantarinha’ integrada nseu projeto Alentejo, PATRIMÓNIOS (1.ª edição) que tem por objetivo promover o Património Cultural Imaterial da Região.

Esta visita, em torno dos Barros de Beringel, realiza-se dia 26 de setembro, no Centro Cultural de Beringel (concelho de Beja).

Entre várias iniciativas com inscrição gratuita, que se realizam na região Alentejo no âmbito das JEP 2020, nos dias 25 e 26 de setembro, a Fundação Cidade de Ammaia organiza visitas guiadas/percursos orientados subordinados ao tema Património e Educação – O Anfiteatro da Ammaia, que terão lugar na Cidade Romana de Ammaia (concelho de Marvão).

No dia 25 as visitas são dirigidas ao público escolar e no dia 26 ao público em geral, mediante inscrição prévia através do contacto 245 919 089 (Museu Cidade de Ammaia).

No dia 26 de setembro terá lugar a Visita acompanhada ao Bairro da Malagueira, projetado pelo Arquiteto Álvaro Siza Vieira, com início no Anfiteatro da Malagueira, em Évora, às 10h e às 15h. Esta ação é organizada pelo CHAIA – Centro de História da Arte e Investigação Artística da Universidade de Évora, promovida pelo Projeto de Investigação Malagueira – Património de Todos, financiado por fundos nacionais através da Fundação para a Ciência e a Tecnologia.

Também no dia 26com ponto de encontro na bilheteira das Ruínas Romanas de Tróia (concelho de Grândola), às 16h30, haverá visitas guiadas/percursos orientados e passeio pedestre na orla do estuário do Sadogratuitos, com a organização de Troia Resort.

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Associações culturais de Montemor-o-Novo ‘matam’ fome de cultura.

Iniciativa decorre até 19 deste mês de setembro.

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Alma d’Arame e Oficinas do Convento retomaram a atividade cultural

“ReToma, duas associações unem-se em prol da cultura para evento único”

  • 41 eventos culturais acontecem durante oito dias em Montemor o-Novo;
  • Teatro, música, cinema, exposições e workshops são algumas das atividades que o publico vai encontrar no ReToma;

As Associações de âmbito cultural Alma d’Arame e Oficinas do Convento retomaram a atividade cultural com uma iniciativa conjunta a que deram o nome de “ReToma”.

Trata-se de um evento único, de carácter multidisciplinar, que entre os dias 10 e 19 de setembro está a invadir a cidade de Montemor o-Novo com um conjunto de espetáculos performativos nas áreas do teatro, cinema, performances, concertos, exposições e workshops.

Neste evento, o público é convidado a circular por Montemor-o-Novo e assistir aos espetáculos ao ar livre, em jardins, mercados, ruas ou pátios que dão palco a esta iniciativa.

«ReToma, queremos com este nome transmitir a ideia de fazer acontecer, mostrar que ultrapassamos os constrangimentos recentes, transversais a toda a sociedade, e que por isso estamos aqui, mais fortes do que nunca para fazer acontecer», afirma Tiago Fróis, Director Artístico do Oficinas do Convento.

Amândio Anastácio, diretor artístico da Alma d’Arame, afirma por sua vez «As duas associações têm propósitos distintos, mas partilham também muito em comum para além do espaço de Montemor-o-Novo onde coabitam, têm vontade de fazer e ir mais além.

Por isso preparamos um conjunto de performances artísticas, de várias áreas, que vão proporcionar ao público que vier assistir, uma experiência ímpar, rica e esperemos que satisfatória para saciar a “fome” de cultura dos últimos meses».

Veja AQUI a programação. Veja AQUI filme de espetáculo já realizado.

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DGS autoriza abertura das grutas do Escoural com surto de Covid 19 no concelho.

Autorização foi dada antes de ser conhecido actual surto.

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Município de Montemor-o-Novo e a Junta de Freguesia de Santiago do Escoural, em conjunto com a Direção Regional de Cultura do Alentejo, efetuaram uma visita ao Centro Interpretativo que visou assinalar a reabertura da Gruta do Escoural.

“Grutas abrem portas a visitantes”

As visitas à Gruta Escoural foram retomadas em agosto, numa decisão tomada pela Direção Regional de Cultura do Alentejo (DRCA) em articulação com a Direção Geral de Saúde.

A decisão foi tomada a 1 de agosto, antes do actual surto de Covid 19, no concelho. A abertura foi autorizada pela Direcção Geral de Saúde.

As visitas ao local são efetuadas para um máximo 5 pessoas com cerca de 25 minutos de duração.

O uso de máscara durante a visita é obrigatório. Devido a esta redução no número de visitantes, serão realizadas 2 visitas de manhã e duas visitas à tarde.

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Goucha visitou a Aldeia da Luz e não gostou de tudo o que viu.

Apresentador fez críticas, falou com população e bebeu uma cerveja fresquinha

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Manuel Luis Goucha visitou a Aldeia da Luz, Mourão

“Apresentador fez críticas, falou com população e bebeu uma cerveja fresquinha”

Goucha, acompanha do seu marido, visitou a nova Aldeia da Luz depois de ter percorrido o passadiço de madeira que liga a Aldeia ao Cais, na Barragem de Alqueva.

O apresentador falou com a população e fez várias críticas. Entre elas a falta de cuidado no Jardim da Aldeia.

Por um lado a falta de árvores por outro perguntas como: Porque não pode o Cemitério crescer ?

O apresentador diz não entender porque não pode o Cemitério crescer se tem tanto ‘terreno à volta’.

Manuel Luis Goucha, que já tinha visitado a aldeia, aproveitou para beber uma cerveja ‘fresquinha’ num dos cafés da terra.

Não foi embora sem revelar a boa notícia: Vão nascer 6 bebés na Aldeia da Luz. Veja a publicação.

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@ruideoliveiranunes @amieiramarina

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Escavações no Anfiteatro da cidade romana de Ammaia, Marvão

O projecto em curso, que se estenderá por três anos, envolve a escavação e estudo do anfiteatro e a sua conservação e valorização.

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Estão a decorrer escavações arqueológicas no anfiteatro da cidade romana de Ammaia, Marvão.

“O monumento foi identificado no ano passado, no âmbito do projecto que visa o estudo dos edifícios lúdicos desta cidade romana”

O anfiteatro, o quinto destes edifícios conhecidos em cidades da antiga Lusitânia, apresenta medianas dimensões, cerca de 60 a 80 metros no seu eixo maior, e 40 a 50 no menor, com infraestrutura pétrea e bancadas de madeira, à semelhança dos já conhecidos anfiteatros de Bobadela (Oliveira do Hospital) e de Cáparra (Oliva de Plasencia).

Presentemente, decorre uma campanha de escavação e de diagnóstico das acções de conservação a realizar, financiada pela Fundação “La Caixa”, promovida por um consórcio que envolve a Fundação Cidade de Ammaia, a Fundación de Estudios Romanos, O Museo Nacional de Arte Romano e o Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa (Uniarq).

Os principais objetivos delineados incluem a identificação do perímetro do edifício e escavação e estudo dos compartimentos associados à arena, os locais onde se guardavam os animais, para as venationes, lutas de humanos contra animais, ou onde os gladiadores se preparavam para entrar em acção nos combates singulares que realizavam.

 

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Vhils esculpiu uma ceifeira alentejana na Comporta (Vídeo)

Artista homenageou os trabalhadores agrícolas alentejanos.

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Homenagem a trabalhadores agrícolas

“Ceifeira esculpida em parede de edifício em Comporta”

A obra nasceu na Quinta da Comporta e é uma homenagem, segundo o próprio autor, aos ‘trabalhadores, agricultores, pessoas: são eles a alma da Comporta. Os que lhe dão o seu carácter, que edificam a sua cultura e que moldam o estilo de vida na vila’.

A obra está concluída desde o último mês e o vídeo da sua construção foi colocado nas redes sociais pelo próprio Vhils.

https://www.instagram.com/p/CB5xV2bD6Gf/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=embed_video_watch_again

 

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Catarina Martins hoje em Évora.

Líder do BE ouve agentes culturais do Alentejo.

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Reunião com agentes culturais

“Catarina Martins ouve queixas da cultura, em Évora”

A Coordenadora do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, está esta manhã em Évora para ouvir as dificuldades com que os agentes culturais do interior se deparam e discutir as propostas emergentes para o sector da Cultura.

A reunião terá lugar às 10h00 no Armazém 8.

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Carlos Figueira expõe “Janelas do Alentejo” em Alcáçovas.

O Paço dos Henriques, acolhe de 19 de junho a 23 de agosto, a Exposição.

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O Paço dos Henriques, em Alcáçovas, acolhe de 19 de junho a 23 de agosto, a Exposição “Janelas do Alentejo”, um projeto de Carlos Figueira.

“Carlos Figueira expõe “Janelas do Alentejo” no Paço dos Henriques”

A exposição surge no âmbito do projeto com o mesmo nome que teve início em 1993 e, é hoje, uma marca registada que pretende divulgar o património alentejano, através da interpretação de elementos arquitetónicos e outros.

As 40 peças em exposição, réplicas ou interpretações dos elementos originais, são feitas à mão com recurso a técnicas artesanais.

Natural de São Miguel de Machede, no concelho de Évora, Carlos Figueira, professor aposentado de educação visual e tecnológica, considera as Janelas do Alentejo um “portal de acesso à memória cultural de um povo rico em tradições”.

A exposição, promovida pelo Município de Viana do  Alentejo, pode ser visitada de terça-feira a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00.

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Grupo Pro-Évora teme pelo futuro do Museu de Évora.

Apoio estatal é pouco superior a 300 mil euros.

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O Museu de Évora, tem um orçamento de 342.290,38 euros

“Valor de apoio para Museu de Évora é o mais baixo a nível nacional”

O Museu de Évora é um dos que merece menor apoio a nível nacional. Para todas as atividades o valor disponibilizado pelo Ministério da Cultura pouco ascende a 340 mil euros.

O valor referido e publicado em DR de 29 de maio refere ainda que a verba para programação corresponderá a 10% dos orçamentos indicados. 

Em comunicado o Grupo Pro Évora pergunta “… como poderá o futuro director do Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo, com aquele orçamento, programar exposições permanentes, temporárias e itinerantes; contratar, eventualmente, os respectivos comissários; promover uma oferta diferenciada no âmbito do serviço educativo; cumprir um plano de comunicação; gerir as colecções, incluindo nesta tarefa estudo e investigação, incorporações, conservação, segurança; gerir o património edificado, incluindo a sua conservação, restauro e salvaguarda, entre várias outras obrigações que deverá cumprir, de acordo com os termos do concurso. “

O Grupo pede mesmo que o orçamento previsto seja revisto “a menos que se pretenda asfixiar a instituição, podendo mesmo ficar comprometida a resposta ao concurso actual para a sua direcção, pois poderá haver quem desista de uma eventual candidatura face aos valores orçamentais irrisórios previstos.”

Outra grave situação afecta presentemente o Museu, segundo o comunicado do Grupo, que diz “estar na iminência de não conseguir abrir as portas por falta de pessoal que garanta a recepção e a vigilância do espaço. “

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Montemor o Novo assinala 10 de junho com decorações

Montemor-o-Novo assinala 10 de junho com “De_Coração no Largo”

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Na véspera do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, uma equipa de trabalhadoras do Município de Montemor-o-Novo, no âmbito do projeto “De_ Coração no Largo”, embelezou o Largo dos Paços do Concelho com elementos construídos em material reciclado, representando quatro tipos de flores silvestres que crescem no Alentejo: estevas, rosmaninhos, papoilas e margaridas.

“Montemor-o-Novo assinala 10 de junho com De_Coração no Largo” 

Estas flores foram distribuídas em xailes, que nos remetem para o Fado, declarado em 2011 Património Imaterial da Humanidade, uma herança de todos os portugueses, porque cada um de nós, sente na pele, cada guitarrada, cada som saído da voz dos fadistas.

Numa das árvores do Largo dos Paços do Concelho, foi colocada uma Nau, símbolo do espírito aguerrido, destemido e lutador dos portugueses e alguns mobiles de livros como forma de elogiar a língua portuguesa e os seus autores.

Uma decoração resultante do trabalho de várias trabalhadoras do Município de Montemor-o-Novo, que com muita imaginação, construiu e fez acontecer esta iniciativa, que nos faz estar “De_Coração no Largo” a assinalar o Dia 10 de Junho.

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Certame que promove Tapete de Arraiolos com formato ‘online’ este ano

Este ano o Tapete está ‘online

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O evento anual de promoção do Tapete de Arraiolos, “O Tapete está na Rua”, assume este ano formato ‘online’, com conteúdos nas redes sociais e páginas de Internet municipais, entre terça-feira e domingo, devido à covid-19.

“O Tapete está na Rua”

Não tendo sido possível a realização do evento “O Tapete está na Rua’2020”, devido à pandemia Covid-19, a Câmara Municipal de Arraiolos, nos dias em que estava programada esta iniciativa, entre 9 e 14 de junho de 2020, promove uma abordagem diferenciada para promoção do Tapete de Arraiolos e da nossa terra: “O Tapete está On-Line”

O programa integra a apresentação de vídeos temáticos e retrospetivos do evento desde a primeira edição, em 2003, até 2019.

No dia 9/06/2020 o “Tapete está On-Line” divulga um vídeo que reúne imagens das cerimónias de inauguração dos vários anos e das muitas exposições.

Da programação constam as “Tertúlias à Distância”, onde mediante inscrição podes ter acesso  às referidas “tertúlias” com temáticas  diversas na área dos Tapetes de Arraiolos.

Todos os anos o concelho de Arraiolos  é visitado por milhares de pessoas, constituindo-se como um espaço privilegiado para promover os produtos tradicionais.

Dentro das condições e das medidas inseridas no plano de desconfinamento  pode visitar o CITA-Centro Interpretativo do Tapete de Arraiolos, de terça a domingo no seguinte horário de funcionamento: 10.00H às 13.00H e 14.00H às 18.00H.

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Artes

Palmela volta a abrir as portas do seu Castelo

A entrada em espaços fechados implica a obrigatoriedade do uso de máscara

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Os espaços visitáveis do Castelo de Palmela reabriram ao público hoje, 19 de maio, com um conjunto de regras, para garantir a segurança de visitantes e trabalhadoras/es, face à pandemia da COVID-19.

“A entrada em espaços fechados implica a obrigatoriedade do uso de máscara.”

No Espaço de Transmissões Militares, podem entrar apenas duas pessoas em simultâneo.

Nos restantes espaços não vigiados, o Município apela a que as/os visitantes salvaguardem as devidas distâncias de segurança. Será assegurado um reforço da limpeza diária.

Os espaços visitáveis vão estar a funcionar no horário de verão (até ao último domingo de outubro): o Museu Municipal pode ser visitado de terça-feira a domingo, das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 18h00 (encerra aos feriados), e a Igreja de Santiago de terça-feira a domingo, das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 20h00.

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