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Apresentada a Rota do Megalitismo

Antas monumentais de Montemor o Novo

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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O concelho de Montemor-o-Novo é uma região rica em sítios pré-históricos, com vários tipos de monumentos megalíticos dispersos por todo o território.

“Antas monumentais de Montemor o Novo”

Desde antas monumentais como a Anta Grande da Comenda da Igreja, a reutilizações peculiares deste tipo de arquitetura do neolítico como a Anta do Estanque, em São Geraldo, ou a Anta Capela de São Brissos ou de Nossa Senhora Livramento, próxima da vila do Escoural e da aldeia de São Brissos.

A Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo e o Município de Montemor-o-Novo, efetuaram a apresentação da “ROTA DO MEGALITISMO”, integrada nas Rotas do Touring Cultural do Alentejo e Ribatejo, na Anta-Capela de Nossa Senhora do Livramento ou de S. Brissos (São Brissos – Santiago do Escoural).

O momento contou com a presença, entre outros, da Presidente da Câmara de Montemor-o-Novo, Hortênsia Menino, e do Presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, António Ceia da Silva.

A Anta Capela de São Brissos, o sítio escolhido para acolher a apresentação desta rota do megalitismo regional, é um curioso exemplo da adaptação de um monumento funerário megalítico a templo cristão, atestando a forma como o cristianismo se teve de adaptar às antigas tradições pagãs que ainda perduravam no território, assimilando-os.

A anta foi convertida em ermida por volta do século XVII e continua a fazer parte do quotidiano da comunidade local, sobretudo por altura da segunda-feira de Páscoa e durante a quinta-feira da Ascensão.

Esta Rota é um convite ao desconfinamento com percursos que transportam os turistas e visitantes até aos diversos locais, onde se encontram numerosos e distintos menires, cromeleques ou dolmens que têm despertado o interesse de investigadores, arqueólogos e curiosos.

O Alentejo é das regiões com maior densidade e variedade de vestígios e monumentos megalíticos, construídos pelos povos do Neolítico e do Calcolítico.

Expressão de uma religiosidade profundamente ligada à natureza, estes monumentos surpreendem-nos, pela sua escala e pelo modo como se implantam na paisagem e dela fazem parte. Aqui se encontra a arquitetura mais antiga da Europa, um património cultural único, com extraordinário enquadramento ambiental, que nos emociona e leva a conhecer a própria história da humanidade.

Artes

Goucha visitou a Aldeia da Luz e não gostou de tudo o que viu.

Apresentador fez críticas, falou com população e bebeu uma cerveja fresquinha

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Manuel Luis Goucha visitou a Aldeia da Luz, Mourão

“Apresentador fez críticas, falou com população e bebeu uma cerveja fresquinha”

Goucha, acompanha do seu marido, visitou a nova Aldeia da Luz depois de ter percorrido o passadiço de madeira que liga a Aldeia ao Cais, na Barragem de Alqueva.

O apresentador falou com a população e fez várias críticas. Entre elas a falta de cuidado no Jardim da Aldeia.

Por um lado a falta de árvores por outro perguntas como: Porque não pode o Cemitério crescer ?

O apresentador diz não entender porque não pode o Cemitério crescer se tem tanto ‘terreno à volta’.

Manuel Luis Goucha, que já tinha visitado a aldeia, aproveitou para beber uma cerveja ‘fresquinha’ num dos cafés da terra.

Não foi embora sem revelar a boa notícia: Vão nascer 6 bebés na Aldeia da Luz. Veja a publicação.

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@ruideoliveiranunes @amieiramarina

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