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Crime

APG exige fim das agressões aos profissionais da GNR

Último episódio aconteceu em Ponte de Sor

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 Agressões a Profissionais da GNR 

Impunidade tem que acabar 

Em comunicado a APG refere que “as agressões a profissionais das forças de segurança tem sido sistemática, sem que nada nem ninguém com responsabilidades na matéria pareça querer preocupar-se em pôr cobro a este tipo de situações”. 

E adianta: “Aliás, lamentavelmente, parece que esta não é apenas uma realidade nacional. Na Assembleia-Geral da Federação Europeia dos Sindicatos de Polícia – Eu.POL, organismo europeu de que a APG/GNR é um dos membros fundadores, que está a decorrer hoje em Bruxelas, ficou bem patente que as agressões a polícias têm aumentado substancialmente, da mesma forma que a falta de consequências judiciais têm gerado um insustentável sentimento de impunidade entre os profissionais das forças de segurança, que estão cada vez mais abandonados à sua sorte. “

Agressões em Ponte de Sor

Em Ponte-de-Sor, uma patrulha da GNR é chamada a um estabelecimento de diversão nocturna, na sequência de desacatos entre indivíduos que, após terem sido detidos e agredido um profissional da Guarda, segundo testemunhas, auto mutilaram-se e recorreram a outros métodos de auto-agressão para poderem acusar os profissionais da Guarda de actos violentos. 

Refere a APG que “Se os cidadãos têm direito a serem tratados com urbanidade e respeito pelos agentes da segurança pública, nada neste direito é ou deve ser incompatível com o próprio direito destes profissionais à sua integridade física e psicológica. 

Esta realidade está a promover activamente o completo descrédito das forças de segurança junto do cidadão, o descrédito do próprio Estado e o receio objectivo do uso da força nas situações que legalmente o justificam.” 

A APG envia um recado aos poderes político e judicial.

“Têm que, urgentemente, decidir se querem transmitir ao cidadão uma ideia de normalização das agressões a agentes da autoridade e que, nestas situações, são rapidamente sujeitos a procedimentos disciplinares quando quem prevarica decide arranjar forma de os acusar de violência por via da auto-agressão. Estas instâncias podem continuar a olhar para o lado e a fechar os olhos, mas se um dia os profissionais das Forças de Segurança fizerem o mesmo como ficará o nosso País?!!! Quem sofrerá as consequências.”

O comunicado termina a referir que ” dificilmente os profissionais das Forças de Segurança deixarão de desempenhar a sua missão, pois todos fizeram um juramento que querem cumprir e que têm cumprido com níveis de excelência. Contudo, existem limites e esses limites podem ter consequências muito negativas. A impunidade tem que acabar.”

Crime

ASAE apreende mais de 7 mil artigos contrafeitos

Operação decorreu em Portalegre

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ASAE desmantela unidades ilegais de venda e transformação de produtos contrafeitos

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica, no âmbito de uma longa investigação criminal, realizada através da Unidade Regional do Sul – Unidade Operacional de Évora, com o intuito da proteção dos direitos do consumidor e de desmantelar circuitos de economia paralela e de introdução no mercado nacional e internacional de produtos contrafeitos procedeu, no distrito de Portalegre, ao cumprimento de 4 mandados de busca domiciliários e a 12 mandados de busca não domiciliários.

Da ação resultou a apreensão de mais de 7.300 artigos contrafeitos, 2 telemóveis, um equipamento informático, 4 ring light’s e diversos equipamentos de luminosidade e de estúdio utilizados para os diretos efetuados nas redes sociais, para a comercialização dos artigos contrafeitos, tudo num valor aproximado de € 135.000,00 (cento e trinta e cinco mil Euros).

Foi ainda apreendida uma elevada quantidade de etiquetas, chapas metálicas e apliques, as quais eram utilizadas para transformação dos artigos em réplicas dos produtos comercializados por marcas de grande prestígio.

Os suspeitos, através de páginas nas redes sociais, publicitavam e, posteriormente, remetiam para vários locais de Portugal Continental, Regiões Autónomas e também para o estrangeiro, os artigos falsificados, através de transportadoras nacionais e internacionais com recurso a meios de pagamento digitais.

Foram constituídos como arguidos 9 indivíduos, os quais possuem histórico reincidente na prática dos ilícitos criminais em investigação, tendo sido todos sujeitos à medida de coação de TIR (Termo de Identidade e Residência).

A operação contou com o apoio do Grupo de Intervenção de Ordem Pública da Guarda Nacional Republicana (GNR).

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Crime

Casal detido em Grândola após vários assaltos

Serão presentes a um juiz para conhecer medidas de coação

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Grândola

Dois detidos por furtos em interior de residência

O Comando Territorial de Setúbal, através do Posto Territorial de Grândola, deteve um homem e uma mulher, ambos de 25 anos, por furtos em interior de residência, na localidade de Grândola.

Após uma denúncia de um alegado furto em interior de residência, os militares da Guarda deslocaram-se rapidamente para o local e encetaram diligências policiais que permitiram intercetar uma viatura suspeita.

No seguimento da ação foi possível identificar o casal suspeito, em Grândola, os quais são ainda suspeitos da prática do mesmo tipo de furtos em outras localidades, nomeadamente em Vila Nova de Milfontes, Lourinhã, Sintra, São Domingos de Rana e Portimão.   

Na sequência da ação policial, foi possível apreender diverso material furtado, destacando-se:

·         Uma viatura furtada, utilizada para efetuar o ilícito;

·         20 cartuchos;

·         Seis armas brancas;

·         7,2 doses de haxixe;

·         Três máquinas fotográficas;

·         Dois jerricãs para combustível;

·         18 relógios;

·         Cinco telemóveis;

·         175 peças de ourivesaria;

·         Uma consola de videojogos;

·         Três colunas;

·         Quatro fones;

·         13 adaptadores para carregadores;

·         13 malas;

·         Dois cartões multibanco;

·         Diversas ferramentas;

·         Uma televisão;

·         Um tablet;

·         Um frasco de amoníaco;

·         145 euros em numerário.

Os detidos foram constituídos arguidos e permanecem nas instalações da Guarda até serem presentes a primeiro interrogatório hoje, dia 23 de maio, no Tribunal Judicial de Grândola, para aplicação das medidas de coação.

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