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Crime

APAF exige irradiação do jogador do Sabóia que agrediu árbitro

Jogador agrediu a murro o juiz da partida

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Luciano Gonçalves, presidente da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF) lamentou o incidente que aconteceu no distrital da 2ªdivisão de beja em que o árbitro da partida foi agredido por um jogador.

“Estes são episódios de violência gratuita a lamentar. Temos de pôr termo a estes casos que definitivamente envergonham o futebol português. Estas pessoas têm de ser irradiadas do desporto, referiu”.

O responsável pelos árbitros em Portugal acrescentou ainda que “Tais atos cobardes, que semanalmente teimam em continuar país fora, apenas mancham o nosso futebol e colocam a descoberto a falta de cultura desportiva”.

Como a TDS noticiou ontem Bruno Duarte, árbitro do jogo entre o Sabóia e o Bairro da Conceição, jogo da 2ª divisão distrital de beja, foi agredido a murro, quando apitava a partida que decorria em Sabóia no concelho de Odemira.

Com a partida empatada a  1 golo, aos 32 minutos da 2ª parte, o árbitro anulou um golo para o conjunto da casa. Um dos jogadores do Sabóia não aceitou a decisão e protestou. Bruno Duarte mostrou-lhe o segundo cartão amarelo e o respectivo vermelho e o jogador reagiu agredindo o árbitro a murro.

O agressor foi detido pela patrulha da GNR que policiava a partida mas foi libertado pouco depois com notificação para se apresentar no Tribunal de Odemira aonde deverá prestar declarações.

O árbitro terminou o encontro a 13 minutos do seu final tendo recebido assistência médica no Centro de Saúde de Castro Verde, a área da sua residência.

A situação do juiz em termos médicos não é grave segundo fonte próxima das autoridades.

Crime

ASAE fiscaliza Apoios de Praia em todo o país

Foram fiscalizados cerca de 210 operadores económicos, de norte a sul do país, tendo sido instaurados 2 processos crime por usurpação e venda ou ocultação de produtos contrafeitos e 65 processos de contraordenação

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A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) realizou uma operação de fiscalização a nível nacional, no âmbito das suas competências, dirigida aos estabelecimentos e/ou bancas de venda ambulante que se encontram junto a praias oceânicas e fluviais, vulgarmente designados por Apoios de Praia.

Na época estival verifica-se um aumento substancial da afluência de turistas, nacionais e estrangeiros, às zonas balneares, pelo que importa assegurar o cumprimento, nesse locais, das regras de higiene, segurança alimentar qualidade dos géneros alimentícios bem como das regras de concorrência e preços.

Como resultado da ação foram fiscalizados cerca de 210 operadores económicos, de norte a sul do país, tendo sido instaurados 2 processos crime por usurpação e venda ou ocultação de produtos contrafeitos e 65 processos de contraordenação, destacando-se como principais infrações a inexistência ou incumprimento de  processo(s) baseados nos princípios do HACCP, ausência de mera comunicação prévia, violação dos deveres gerais da entidade exploradora do estabelecimento de restauração e bebidas, incumprimento de obrigações no âmbito do Livro de Reclamações, irregularidades relativas a afixação de preços, entre outras.

Foram apreendidos cerca 110 artigos de vestuário contrafeito, 10 Kg de moluscos bivalves vivos e 1 instrumento de pesagem num valor global que ronda os € 1 400,00.

A ASAE afirma que “continuará a desenvolver ações de fiscalização, no âmbito das suas competências, em todo o território nacional em prol de uma sã e leal concorrência entre operadores económicos e de forma a garantir a Segurança Alimentar dos produtos”.

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