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Alunos da Severim de Faria regressam às aulas online

Aulas online deverão começar na quinta-feira

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Comunicado oficial

“Inundação obriga alunos a ficarem em casa com aulas online”

A Escola Secundária Severim de Faria emitiu, ainda ontem, um comunicado oficial sobre o estado do edifício e as condições de aulas para os alunos.

Segundo o mesmo, a inundação “provocou danos consideráveis nos tetos falsos, alguns dos quais desabaram, nas instalações elétricas, equipamentos eletrónicos, nos soalhos, tendo afetado cerca de 14 salas de aula, sobretudo da ala norte do edifício”. Para além disso, a cozinha/refeitório foram afetado, sendo o último num pior estado por estar instalado numa cave. “Também algumas instalações sanitárias, o bufete, a papelaria, a sala de pausa dos alunos, o gabinete do SPO, bem como a biblioteca, cujos livros e equipamentos foi necessário salvaguardar, foram afetados”

Em prol disso, a Presidente da Comissão Administrativa Provisória, Ana Isabel Pires, refere que “não temos condições para manter as aulas em regime presencial” e pede à Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares do Alentejo “autorização para passarmos para o regime de Ensino à Distância, que, neste momento, parece ser solução mais adequada” que, se for aceite, começará na quinta-feira.

Como forma de conclusão, o comunicado termina a recordar os alunos que “nos dias 21 e 22 de setembro, não haverá atividades letivas na Escola Secundária Severim de Faria, apenas os serviços administrativos e o SASE estarão em funcionamento.”

A Escola Secundária Severim de Faria sofreu uma inundação durante o fim de semana que destruiu tetos falsos e inundou salas de aulas e outras áreas. Só na segunda-feira, ao chegar de direção e funcionários é que foi dado o alerta dos estragos. No mesmo dia, os alunos não tiveram aulas e a direção entrou em reunião para saber a melhor forma de lidar com a situação. O valor dos estragos ainda está por calcular.

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Festival Aéreo em Beja. Veja as melhores imagens.

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Festival Aéreo da FAP

70 anos da Força Aérea

Cerca de 70 mil pessoas, segundo a organização, marcaram presença no derradeiro dia das comemorações dos 70 anos da Força Aérea Portuguesa.

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Fortes restrições no trânsito em Beja

Trânsito parado com longas filas

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São  esperadas mais de 70 mil pessoas para o Festival Aéreo que irá ter lugar na BA11.

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Cordão humano hoje em Tróia para proteger as dunas

Concentração na Praia Atlântica, Soltroia.

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Mapa de empreendimentos construídos e a construir na zona de Tróia

Plataforma Duna Livres

“Protesto na praia”

É hoje o protesto contra as novas construções na zona de Tróia. Esta é uma notícia que a TDS já tinha divulgado. (veja AQUI)

A organização (Plataforma Dunas Livres) refere que ‘Não podemos permitir que o Plano de Urbanização da Península de Tróia se concretize por completo, que os relvados de golf e aldeamentos balneares avancem pelo litoral; nem que mais água seja sugada enquanto a seca agrava; nem que mais uma região seja desapropriada da sua gente, privatizada para o turismo de elites, acabando-se em poucos anos com o que levou milhares de anos à Natureza a criar; e muito menos podemos continuar a perpeturar a sobreposição dos interesses económicos à sustentabilidade ecológica, ambiental, social e cultural”, conclui.

a história

Grão a grão, maré após maré durante milhares de anos, a península de Tróia cresceu do encontro dos sedimentos trazidos pelas correntes oceânicas, de um lado, e pelo Estuário do Sado, do outro. Os 40 kms de praia a partir dali são o pouco que resta de costa selvagem em Portugal, na Europa e talvez no mundo. São lagoas, sapais e dunas, reservas de uma biodiversidade única.

A construcção de vários mega-empreendimentos já está em curso, acompanhada pela destruição de habitats dunares e usurpação de água. Resorts, campos de golfe, casas de férias, piscinas, jardins, estradas e bares de praia.

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