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Alter International Horse Summit adiado para o último trimestre de 2020

O alinhamento será o mesmo, mantendo alguns dos maiores especialistas mundiais em várias áreas do mundo equestre, como seja o impacto socioeconómico, investigação e tratamento, competição, transporte, turismo ou empreendedorismo.

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A organização do Alter International Horse Summit (AIHS) informa que optou pelo adiamento do evento, que estava previsto realizar-se em maio.

Esta decisão é resultado dos mais recentes desenvolvimentos no combate ao risco de contágio por COVID-19, no âmbito da pandemia mundial que todos preocupa e mobiliza.

Francisco Reis, presidente da Câmara Municipal de Alter do Chão, adianta que «como resultado deste acompanhamento, e depois de um processo prévio de auscultação de vários stakeholders e especialistas, decidiu-se pelo adiamento do Alter International Horse Summit.».  O Autarca conclui ainda que «entendemos ser esta a melhor forma de zelar pelo bem-estar e saúde de todos, numa fase em que ainda estamos a conter a pandemia.».

As candidaturas aos Prémios #AIHSTechForHorses e AIHS Applied Equine Research Award mantêm-se ativas e podem ser concretizadas através do site oficial do projeto: alterhorsesummit.com

Os Promotores e Parceiros do Alter International Horse Summit estão a trabalhar ativamente no replaneamento do evento, que se irá realizar em Alter do Chão no último trimestre de 2020.

O objetivo principal do AIHS não se desviou da sua trajetória inicial: criar um projeto equestre com caraterísticas únicas, através da análise, aprofundamento e debate de todos os assuntos que, direta ou indiretamente, se relacionam com o universo equestre.

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Passadiços no Pulo do Lobo custam quase meio milhão de euros e alteram a imagem da encosta.

A obra é financiada por fundos comunitários. Veja imagens de drone.

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foto e vídeo: TDS (direitos reservados)

Câmara de Serpa investe mais de 460 mil euros na construção dos passadiços no Pulo do Lobo.

“Passadiços estão quase prontos”

A obra vai permitir descer a encosta e observar as várias espécies de flora e fauna em pleno Parque Natural do Vale do Guadiana.

“A criação dos passadiços do Pulo do Lobo decorre da estratégia de desenvolvimento traçada pela Câmara de Serpa, onde a salvaguarda e valorização do património são determinantes, neste caso do património natural”, referiu Tomé Pires, presidente da autarquia, acrescentando que os passadiços que estão a ser construídos pela encosta da margem esquerda do Guadiana e que se estendem até à queda de água vão “valorizar a paisagem, permitindo a circulação e acesso à margem do Rio Guadiana, nas imediações da cascata, através de estruturas [em madeira] de acesso exclusivamente pedonal e integradas no meio natural”.

Os 50 metros, íngremes, até à margem do rio vão poder ser feitos em segurança, através de uma escadaria em madeira, com cerca de 300 degraus.

Ao longo das escadas, a cada 18 degraus, existem patamares para descanso dos visitantes e que servem também como miradouros.

Os passadiços oferecem uma vista privilegiada para a cascata do Pulo do Lobo, uma queda de água situada no Rio Guadiana.

Formada pelas águas do Rio Guadiana, a cascata tem “águas claras e cristalinas” que formam “um mar de espuma pelo meio de umas montanhas rochosas”, desaguando depois num lago com águas calmas.

O Pulo do Lobo é também um lugar de lendas e histórias.

A mais conhecida dá conta de um “homem audaz ou um lobo acossado que poderiam transpor só com um salto o desnível estreito e natural”.

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