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Economia

Alentejo recebeu 3.200 milhões de euros de fundos europeus

As Águas do Alentejo aparecem no grupo abaixo dos 100milhões de euros com valores conseguidos na ordem dos 70,5 milhões de euros.

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Dados oficiais do Portal Mais Transparência

“IEFP é o que mais recebeu”

Segundo dados do portal Mais Transparência, entre os projetos realizados pelo IEFP, com apoio do Portugal 2020, incluem-se estágios da Iniciativa Emprego Jovem, com 71,9 milhões de euros, seguidos pela Iniciativa Emprego Jovem (47,6 milhões de euros), estágios para jovens (47,5 milhões de euros) e apoios à contratação para adultos (45,9 milhões de euros).

Entre os beneficiários com maiores financiamentos estão ainda a Direção-Geral do Ensino Superior (660 milhões de euros), a IP-Infraestruturas de Portugal (599 milhões de euros), a Instituição Financeira de Desenvolvimento (355 milhões de euros), a Fundação para a Ciência e Tecnologia (332 milhões de euros), o Fundo Regional do Emprego (210 milhões de euros), a Secretaria Regional de Equipamentos e Infraestruturas (189 milhões de euros) e a Secretaria-Geral da Educação e Ciência (189 milhões de euros).

Segue-se a Universidade do Minho (171 milhões de euros), Metro do Porto (137 milhões de euros), Universidade de Aveiro (137 milhões de euros), Universidade do Porto (131 milhões de euros), Universidade de Coimbra (114 milhões de euros), Portos dos Açores (107 milhões de euros), Agência para o Desenvolvimento e Coesão (104 milhões de euros) e o Metropolitano de Lisboa (103 milhões de euros).

Abaixo dos 100 milhões de euros de financiamento destacam-se a Agência Portuguesa do Ambiente (94,1 milhões de euros), a estrutura de missão do IFRRU 2020 — Instrumento Financeiro para a Reabilitação e Revitalização Urbanas Administração Central (86,9 milhões de euros), Instituto de Emprego da Madeira (78 milhões de euros) e a AGDA — Águas Públicas do Alentejo (70,5 milhões de euros).

A lista inclui ainda, entre outros, a Secretaria Regional das Obras Públicas e Comunicações (69,2 milhões de euros), Bosch Car Multimédia Portugal (66,3 milhões de euros), MUSAMI — Operações Municipais do Ambiente (66 milhões de euros), Turismo de Portugal (55,7 milhões de euros), Município do Porto (52,2 milhões de euros), IAPMEI — Agência para a Competitividade e Inovação (51,2 milhões de euros), Navigator Tissue de Aveiro (42,3 milhões de euros), IPMA — Instituto Português do Mar e da Atmosfera (36 milhões de euros) e a AEP – Associação Empresarial de Portugal (32,9 milhões de euros).

No sentido oposto, com os financiamentos mais baixos encontram-se Armando Aresta Caro (0,9 euros), Maria Alzira Pinto Ribeiro Leitão (2,8 euros), Paulo César Cândido Maiato (12,4 euros), Maria Margarida Pacheco da Silva Lima (24,6 euros), Maria Eduarda de Carvalho Teixeira da Luz (24,7 euros), Bruno Roberto Sousa Silveira (31 euros), CPA — Cooperativa de Pesca Açoriana (33,9 euros), Mirtivale (34,7 euros), Pedro Sacadura Teixeira Cabral Duarte da Silveira (40,3 euros), José Laurindo Sousa Brasil (41,6 euros) e José Machado Gonçalves (45,8 euros).

O portal inclui ainda listadas algumas empresas e entidades que apresentaram projetos, mas não receberam qualquer financiamento, nomeadamente, a Bravirop, Biblioteca Nacional, ANCPA – Associação Nacional dos Criadores de Porco Alentejano, Capitólio, Associação Regional dos Municípios do Vale do Távora, Centro Sócio-Cultural do Vimioso, ARDAL — Associação Regional de Desenvolvimento do Alto Lima, WRC — Web para a Região Centro, Wemob e a Freguesia de Carregosa.

Também sem qualquer financiamento estão a Freguesia de Marco, AMARTES — Associação de Desenvolvimento Artístico, Cultural e Desportivo, Hotel Rosa Mística, Águas do Alto Alentejo, Maria Lúcia de Carvalho, José António Campos Lopes, Carlos Miguel Gorgulho Barriguinha, M3agro e a EPADRV — Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Vagos.

Já no que se refere ao número de projetos, a Universidade do Porto aparece a liderar com 664, como, por exemplo, a Safe Cities (4,2 milhões de euros), a Cidadesust (3,5 milhões de euros) e Health4all (2,8 milhões de euros).

Com o maior número de projetos seguem-se a Universidade de Aveiro (620), Universidade do Minho (589), Universidade de Coimbra (482), IEFP (384), Universidade Nova de Lisboa (217), Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores (215), Universidade de Évora (214), Instituto Politécnico de Leiria (210), Instituto Superior Técnico (182), Universidade de Trás os Montes de Alto Douro (175), Universidade do Algarve (163), Universidade da Beira Interior (141) e Universidade Católica Portuguesa (135).

Com apenas um projeto aparecem a Central da Borracha, A Electrica, Caves da Montanha, A Industrial Farense, A. Nogueira da Costa, A. Ventura Rego, Abranfinas, Abrigada e as adegas cooperativas de Almeirim, Amarante, Arruda dos Vinhos, Cadaval, Lourinhã, Mesão Frio, Moncorvo. Monção, São Mamede da Ventosa, Sabrosa e Vale da Teja, entre outros.

Por região, o Norte soma 10.600 milhões de euros de investimentos aprovados, seguido pelo Centro (7.500 milhões de euros), Alentejo (3.200 milhões de euros) Área Metropolitana de Lisboa (1.800 milhões de euros), Açores (1.800 milhões de euros), Madeira (929 milhões de euros) e Algarve (616 milhões de euros).

Com uma dotação global de cerca de 26.000 milhões de euros, o programa Portugal 2020 (PT 2020) consiste num acordo de parceria entre Portugal e a Comissão Europeia, “no qual se estabelecem os princípios e as prioridades de programação para a política de desenvolvimento económico, social e territorial de Portugal, entre 2014 e 2020”.

Os primeiros concursos do programa PT 2020 foram abertos em 2015.

Economia

Cimeira das Regiões Europeias a decorrer em Évora(Vídeo)

Até ao próximo dia 14 de maio.

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Cimeira das Regiões Europeias para Comunidades Inteligentes

A decorrer em Évora

Esta a decorrer em Évora até ao próximo dia 14 de maio do corrente ano, a segunda cimeira das “Regiões Europeias para Comunidades Inteligentes”.

Nesta Cimeira estão reunidos líderes locais e regionais de toda a Europa, que vão discutir formas de envolver os cidadãos e as partes interessadas na co-promoção de pequenas cidades, vilas, aldeias e regiões mais inteligentes para um amanhã melhor, bem como oradores-chave de instituições europeias.

A programação da Cimeira está dividida em fóruns, diálogos, workshops, laboratórios, momentos culturais e atividades destinadas a aprimorar o papel dos polos regionais e urbanos das Comunidades Inteligentes na realização da transformação digital verde, azul e brilhante.

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Economia

Portugueses ficam com menos de 10% do seu rendimento após pagamento das contas

70% dos portugueses afirma estar preocupado que as taxas de juro elevadas do seu país possam ter um impacto negativo no seu bem-estar financeiro. Veja outros dados.

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Portugueses ficam com menos de 10% do seu rendimento após pagamento das contas

Estudo da Intrum revela que em Portugal, 40% está nesta situação e a média europeia é de 23%

  • 10% dos portugueses afirma não ter controlo sobre o seu endividamento;
  • 70% receia que taxas de juro elevadas possam ter impacto negativo no seu bem-estar financeiro;
  • 25% dos portugueses inquiridos afirma pedir dinheiro emprestado mensalmente;

Para celebrar o Dia da Europa, a Intrum procurou perceber a vida quotidiana dos consumidores europeus assim como os seus hábitos de consumo e a capacidade para gerirem as suas finanças domésticas numa base mensal. De acordo com o estudo European Consumer Payment Report, relatório anual baseado num inquérito externo realizado simultaneamente em 24 países na Europa, totalizando mais de 24 mil participantes, os consumidores portugueses estão entre os que sentem maiores dificuldades para gerir o pagamento das suas dívidas.

À medida que a recuperação da economia acelera, o aumento da inflação em toda a Europa está a fazer com que alguns consumidores vejam as suas finanças a degradar-se. Este crescimento da inflação na Europa, causado em grande parte pelo aumento dos preços da energia e cadeias de abastecimento interrompidas, já está afazer disparar a ansiedade financeira entre os consumidores. Há, no entanto, incerteza sobre o que a inflação significaria para as famílias. De acordo com o estudo da Intrum, apenas 64% dos inquiridos entendem como o seu dinheiro seria afetado se a inflação fosse maior do que a taxa de juros sobre a poupança, por exemplo, o que realça a necessidade de uma educação financeira mais sólida.

Neste contexto de crescimento da inflação, o ECPR revela que 40% dos portugueses afirmam que após o pagamento das contas lhes sobra menos de 10% do seu rendimento, sendo provável que muitos tenham dificuldades em suportar um aumento geral nos preços. A média europeia situa-se nos 23%.

De acordo com o estudo da Intrum um em cada sete (16%) dos inquiridos afirma que não tem controlo sobre o seu endividamento. Em Portugal, 10% afirma não saber quanto deve.

Analisando por grupos etários, verificamos que as gerações mais jovens são as que revelam menos interesse em saber o valor total das suas obrigações financeiras. Dos inquiridos portugueses, a geração Z (18-21 anos) destaca-se com 23%, praticamente o dobro do grupo etário dos 22 aos 37 anos, com 12%. Também de acordo com o estudo, os Homens afirmam ter menos interesse no conhecimento das suas obrigações financeiras (13%) do que as Mulheres (7%).

Para além disso, 70% dos portugueses afirma estar preocupado que as taxas de juro elevadas do seu país possam ter um impacto negativo no seu bem-estar financeiro. Valor este significativamente superior quando comparado com a média europeia (48%).

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