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Economia

Alcácer do Sal ‘viabiliza’ negócio de 157 milhões na Comporta

Está dado o primeiro passo para estimular vários investimentos previstos na área do turismo

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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A compra dos ativos imobiliários da Herdade da Comporta à Gesfimo pelo consórcio Vanguard Properties/ Amorim Luxury ficou concluída com a assinatura da escritura relativa à aquisição de 1.380 hectares de área de desenvolvimento e floresta.

O negócio foi concluído por 157,53 milhões de euros. Para este desfecho contribuiu a ação do Município de Alcácer do Sal, que aprovou em reunião de Câmara e depois em Assembleia Municipal extraordinárias (a 29 de outubro e a 7 de novembro respetivamente) uma proposta de resolução de utilidade pública para constituição de servidões administrativas e expropriação de direito de superfície para execução do Plano de Pormenor da Área de Desenvolvimento Turístico da Comporta – ADT2.

A constituição das servidões foi um passo decisivo na conclusão do processo, sendo que as servidões administrativas são direitos estabelecidos a favor de terceiros que incidem sobre prédios ou terrenos.

O Município de Alcácer viabilizou assim a concretização do negócio da venda da ADT2 – Comporta, cujos projetos futuros irão estimular o turismo e a economia da região, além de se prever gerar cerca de um milhar de postos de emprego.

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Economia

Sindicato acusa empresas de despedimento ilegal de 16 trabalhadores na refinaria de Sines.

100 trabalhadores estiveram reunidos em plenário junto à porta da Petrogal

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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O Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Sul (SITE-Sul) acusou as empresas Martifer e CMN de querer “despedir de forma ilegal” 16 trabalhadores que prestam serviço na refinaria da Petrogal em Sines.

O contrato de manutenção desta empresa com a Galp envolve 180 trabalhadores, que prestam serviço de manutenção, mecânica, serralharia, instrumentação e eletricidade, com um vínculo precário embora tenham trabalho permanente e crucial nesta refinaria”, explicou Pedro Carvalho.

Segundo o representante dos trabalhadores, que estiveram hoje reunidos em plenário, junto à porta da Petrogal, em Sines,”de tempos a tempos, a empresa decide unilateralmente despedir os trabalhadores e agravar mais a precariedade que já existe na refinaria”.

“Atualmente, são 16 despedimentos de trabalhadores da CMN que cede pessoal à Martifer, mas fala-se em mais despedimentos. Por isso, estamos em luta”, indicou o dirigente, contestando a legalidade destas ações com base no Código do Trabalho.

O plenário, que reuniu cerca de 100 trabalhadores de manutenção na refinaria da Petrogal, apelidados pelos dirigentes como “o coração da refinaria” de Sines, serviu para combater a precariedade e “travar as comunicações do consórcio sobre o fim da relação de trabalho” e a caducidade do contrato.

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