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Economia

Alcácer do Sal vai produzir 300 toneladas anuais de cevada para a Central de Cervejas 

Central de Cervejas vai criar uma fileira de produção de cevada dística

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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O projeto começou a ser desenhado em 2019 em conjunto com a empresa Agri Marketplace e vai ser implementado pelos produtores de arroz da região do Vale do Sado com garantia de aquisição dessa produção pela Central de Cervejas.

“Central de Cervejas vai criar uma fileira de produção de cevada dística no concelho de Alcácer do Sal”

Com o objetivo de potenciar a inovação na cadeia de valor e de promover a agricultura nacional, a Central de Cervejas vai criar uma fileira de produção de cevada dística no concelho de Alcácer do Sal com a implantação de uma área total de 100 hectares de produção de cevada, distribuídos por três produtores agrícolas e com uma estimativa de produção anual total de 300 toneladas de cevada dística.

Esta iniciativa conjunta surge como resposta ao problema de escassez de água que a região do Vale do Sado tem sofrido nos últimos anos, acrescido dos constrangimentos de acesso a água em 2020, como consequência de obras a decorrer nos canais de rega, o que afetou negativamente a produção de arroz.

A criação desta nova fileira de cevada em Alcácer do Sal é também uma oportunidade para os produtores agrícolas desta região mitigarem efeitos da situação de crise dos últimos anos, através deste rendimento alternativo e, simultaneamente, uma diversificação agrícola a longo prazo, através da implementação de uma cultura de sequeiro.

Também foi possível dinamizar outras entidades da região, como a APARROZ – Agrupamento de Produtores de Arroz do Vale do Sado, através da sua prestação de serviços de beneficiação e armazenamento do cereal.

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Economia

Porto de Sines resiste em período de Pandemia

Registou uma diminuição acumulada de 2% nos primeiros seis meses deste ano.

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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O Porto de Sines resistiu à tendência de quebras acentuadas na movimentação de contentores a nível global, registando uma diminuição acumulada de 2% nos primeiros seis meses deste ano.

“… registou uma diminuição acumulada de 2% nos primeiros seis meses deste ano. “

Se o primeiro trimestre foi até bastante positivo, o segundo foi afetado pelo impacto da pandemia na economia mundial. Recorde-se que o Terminal XXI do Porto de Sines está inserido nas cadeias logísticas globais, absorvendo parte das oscilações deste mercado a nível internacional.

As perspetivas para o segundo semestre passam pela manutenção dos volumes do ano anterior no segmento da carga geral, nomeadamente no que respeita à carga contentorizada, e da contínua redução de movimentação de combustíveis fósseis, contribuindo para um planeta mais sustentável.

O primeiro semestre de 2020 veio confirmar a tendência para a redução da movimentação de combustíveis fósseis no Porto de Sines, alinhando-se aos desafios colocados no “Pacto Ecológico Europeu”.

Enquanto principal porta nacional de entrada de produtos energéticos no país, o impacto da necessária descarbonização da economia é um processo consciente e cujos efeitos estão a ser minimizados através da promoção da atração de outros tipos de cargas.

Com efeito, com a paragem das centrais termoelétricas nacionais, o Porto de Sines deixou de movimentar quase dois milhões de toneladas de carvão, em comparação com o semestre homólogo anterior.

Por outro lado, a redução da movimentação de crude derivado à diminuição da procura de combustíveis (gasolina e gasóleo), no contexto do confinamento motivado pela Covid-19, teve um impacto de quase um milhão de toneladas na movimentação de granéis líquidos, com o Gás Natural Liquefeito manter os níveis de movimentação do semestre homólogo anterior.

Já a movimentação do segmento de carga geral, no qual se inclui a carga contentorizada, manteve-se praticamente inalterada.

Assim, o conjunto dos três segmentos de mercadorias registou no primeiro semestre de 2020 uma redução de 12,7% em relação ao mesmo período do ano anterior.

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