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Alcácer do Sal aumentou o número de dormidas em 2021 – TDS Radio e Televisão do Sul
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Turismo

Alcácer do Sal aumentou o número de dormidas em 2021

No ano passado foram registadas um total de 47.428 dormidas, no concelho.

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O número de dormidas no concelho de Alcácer do Sal aumentou em 2021 comparativamente com 2020, perspetivando-se que os valores continuem a subir no corrente ano de 2022.

“Em 2022 os números continuam a subir.”

De acordo com o INE – Instituto Nacional de Estatística, em 2020 o território de Alcácer do Sal registou 45.193 dormidas, enquanto em 2021 estas registaram uma ligeira subida, passando para 47.428.

Segundo a mesma fonte, comparando o número de dormidas em janeiro de 2022 com o período homólogo, os dados são positivos e animadores, uma vez que em janeiro de 2021 o concelho registou 711 dormidas e em janeiro deste ano 1.686, em comparação, o concelho registou mais do dobro de dormidas.

Tendo em consideração que o município está a retomar de forma gradual e segura as suas atividades culturais e desportivas, num convite a todos para (re)descobrir Alcácer do Sal, embora os valores não ascendam aos de 2019 (o melhor ano turístico de sempre do concelho), estes dados representam uma boa perspetiva para o turismo e todos os setores a ele ligados.

Agenda

Ataque ao Forte da Graça, em Elvas.

É só uma recriação histórica.

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Ataque ao Forte da Graça

4 e 5 de junho

O Forte da Graça vai ser palco de recriação histórica, nos próximos dias 4 e 5 de junho, organizado pela Câmara Municipal de Elvas com o apoio do Grupo de Reconstituição Histórica do Município de Almeida, Associação Napoleónica Portuguesa e Associação Portuguesa para a Preservação e Estudo de Armas Históricas.

A iniciativa pretende ser uma simulação histórica de Ataque ao Forte e evocar o cerco ocorrido no ano de 1811 pelo exército Francês, comandado pelo General Jean de Dieu Soult, proporcionando aos habitantes e visitantes vivenciar os costumes e vivências da época.

Para estes dias de encenação histórica vamos ter no Forte da Graça bancas de artesanato, produtos da terra, tabernas, desfile pelas ruas do Centro Histórico, em autênticas recriações históricas, que oferecem um leque variado de vivências e experiências num ambiente único e inesquecível.

O evento conta ainda com demonstrações de tiro de infantaria e artilharia nas muralhas do forte; fosso com demonstrações de cavalaria; baile oitocentista no cruzeiro e recriação histórica noturna de combate entre o terrapleno e revelim.

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Sociedade

Município de Grândola quer mais praias no concelho.

Autarquia continua a reivindicar junto da APA autorização para a criação de mais praias

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Município de Grândola quer mais Praias no Concelho

Autarquia continua a reivindicar junto da APA autorização para a criação de mais praias no Concelho e para o reforço dos equipamentos de apoio

Prestes a iniciar mais uma época balnear, altura do ano em que o concelho de Grândola recebe milhares de visitantes, a Câmara Municipal volta a insistir na necessidade urgente de autorização da APA (Agência Portuguesa do Ambiente) para criação de novas praias no Concelho, com os respetivos equipamentos de apoio, bem como, na revisão da capacidade autorizada para as atuais praias – que há muito não corresponde à elevada procura.

No âmbito da revisão do Programa da Orla Costeira Espichel-Odeceixe (POC-EO) – que ainda se encontra a decorrer – o Município deu um parecer desfavorável à proposta que esteve em discussão pública, reiterando que “as propostas de frentes de praia, classificações e dotações não darão resposta à procura que se regista e que é crescente.”

O Município considera que a proposta apresentada é “um instrumento de ordenamento desatualizado e desadequado à resolução dos problemas a que deveria dar resposta e que, por isso, irá perpetuar a utilização balnear existente no litoral alentejano de natureza informal, em troços significativos da costa (desprovida, por isso, de condições de segurança), de deficientes condições de acessibilidade, de estacionamento desregrado nas envolventes das praias, muitas vezes em situações de risco para a segurança pública e para a salvaguarda ambiental”, e aguarda com elevada expetativa que o documento final dê resposta às diversas necessidades identificadas.

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