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Águia cobreira libertada no Vale do Guadiana recuperou rota para África

ICNF devolveu à natureza uma fêmea de Águia-cobreira, após recuperação com sucesso de uma eletrocussão

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Uma Águia cobreira libertada no Parque Natural do Vale do Guadiana recuperou a sua rota migratória para África.

No passado 29 de Agosto, o ICNF devolveu à natureza uma fêmea de Águia-cobreira (Circaetus gallicus), após recuperação com sucesso de uma eletrocussão.

A história

No dia 10 de julho, o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), recebeu uma fêmea sub-adulta de Águia-cobreira (Circaetus gallicus), entregue pelo Núcleo de Proteção Ambiental da Guarda Nacional Republicana de Beja, com suspeitas de eletrocussão.

De imediato foram prestados os primeiros cuidados, por parte do ICNF, essenciais no sentido de assegurar a sua sobrevivência, uma vez que esta se encontrava extremamente debilitada, devido às lesões na asa direita e na zona do peito.

Após cerca de dois meses de recuperação no Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens (RIAS), a ave recuperou a sua condição física, permitindo a sua devolução ao meio natural, no local onde foi encontrada.

Os ICNF procedeu à sua marcação com um emissor GPS/GSM, de forma a garantir o seu seguimento e monitorização. Decorridos três dias a ave encontrava-se na envolvente de Sevilha e prosseguiu na sua rota migratória em direção a Sul. Encontra-se de momento na zona de Algeciras, numa deslocação natural para o Norte de África, local de invernada.

É de referir que esta espécie utiliza os postes de média e baixa tensão como pouso e/ou descanso, o que a torna uma das espécies mais vulneráveis a este tipo de acidentes.

(texto com ICNF)

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Crime

Homem continua em fuga após disparar contra ex mulher e ex sogra. (veja vídeo com o local do crime)

A mulher, de 54 anos, estará livre de perigo, enquanto o estado de saúde da sua mãe, Maria Margarida (73), que também foi alvejada, inspira mais cuidados.

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Duas mulheres, mãe e filha, de 54 e 73 anos, ficaram feridas com gravidade depois de o ex-marido da mais nova as ter baleado, na aldeia da Cumeada, em Reguengos de Monsaraz

O caso está entregue à Policia Judiciária. O suspeito, ex-marido da mulher de 54 anos, ainda está em fuga.

As duas vítimas foram inicialmente transportadas para o Hospital de Évora, mas devido à gravidade dos ferimentos, foram depois para Lisboa: uma deu entrada no hospital de Santa Maria e outra no de São José.

O ex-casal terá vivido durante largos anos na Suíça e terá regressado a Portugal recentemente. Com o divórcio ainda a decorrer, a mulher foi viver com a mãe de 73 anos para a aldeia da Cumeada.

Arminda Félix, a mulher que foi baleada pelo ex-marido já tinha apresentado queixa na GNR por violência doméstica contra o antigo companheiro, mas nada valeu.

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