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Agricultura

Agricultores não aceitam corte de apoios às ‘agroambientais’

Federação das Associações de Agricultores do Baixo Alentejo contesta firmemente o anúncio do Ministério da Agricultura.

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Restrição dos apoios às medidas agroambientais coloca em risco agricultura sustentável e combate às alterações climáticas

A Federação das Associações de Agricultores do Baixo Alentejo – FAABA – contesta firmemente o anúncio do Ministério da Agricultura no que diz respeito à interrupção dos compromissos agroambientais, com consequências irreparáveis a nível da sustentabilidade, biodiversidade e defesa do ambiente, potenciadoras do abandono da atividade agrícola e fuga do mundo rural.

O anúncio do Ministério da Agricultura traduz um profundo desconhecimento do papel e importância do sector agrícola revelado com incongruência e demagogia política.

“O Ministério da Agricultura informou que os compromissos de natureza agroambiental, assumidos em 2015, no âmbito do PDR2020, extinguem-se no final de 2019.”

O Ministério da Agricultura revela, no mesmo comunicado, a possibilidade de no Pedido Único de 2020 os agricultores poderem solicitar o apoio a UMA Medida/Operação por beneficiário.

No Alentejo, os apoios maioritariamente usados no âmbito das Medidas Agroambientais, envolvem os Modos de Produção Integrado e Biológico, a conservação do solo, o uso eficiente da água na agricultura, a sementeira direta ou a mobilização na linha, a manutenção de raças autóctones em risco de extinção, o pastoreio extensivo, o apoio à manutenção de sistemas agrosilvopastoris sob coberto de montado e os apoios zonais de caráter ambiental, entre outros.

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Agricultura

Petição Pública contra a expansão da agricultura intensiva

Petição é mais um ‘gesto’ das populações locais para travar o ‘mar de plástico’ na costa alentejana e algarvia.

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Um grupo de cidadãos de Odemira e Aljezur lançaram a Petição Publica “O Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina não aguenta mais agricultura intensiva!”.

Esta Petição, que surge porque existe uma grande preocupação relativamente à expansão da agricultura intensiva naquele território, pede a revogação da Resolução de Conselho de Ministros 179/2019 que permite triplicar a área coberta de plástico que já existe no Parque e autorizar a colocação de contentores dentro das explorações agrícolas para mais trabalhadores emigrantes até 36.000 pessoas. 

Para os dinamizadores da Petição é insustentável que isso venha a acontecer dentro de um Parque, ainda, por cima com “os problemas sociais e ambientais que já existem e ainda estão por resolver”.

Veja AQUI a petição.

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