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Agricultura

Agricultores do Alentejo doam trigo, farinha e massa ao Banco Alimentar Contra a Fome

As cinco toneladas de alimentos doadas são fruto de um esforço conjunto dos agricultores e produtores do Alentejo, que ofereceram o trigo; da Germen, que o transformou em farinha, e da Cerealis, que ficou responsável pela produção da massa.

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Os Cereais do Alentejo, a Germen e a Cerealis acabam de entregar à Rede de Emergência Alimentar, promovida pelo Banco Alimentar Contra a Fome, quatro toneladas de farinha e uma tonelada de massa produzidas a partir de trigo do Alentejo.

“Fileira dos cereais une-se no combate à fome”

Esta ação solidária – encabeçada pela Associação Nacional de Produtores de Proteaginosas, Oleaginosas e Cereais (ANPOC) – envolveu agricultores da região e o setor da transformação de cereais no combate à fome de quem perdeu recursos económicos e financeiros em tempo de pandemia.

“Apesar dos desafios que o setor agrícola enfrenta, não podíamos ficar indiferentes à crise provocada pela Covid-19, por isso, unimos a fileira dos cereais para garantir que não faltam alimentos básicos de produção nacional na mesa dos portugueses”, explica José Pereira Palha, Presidente da ANPOC.

Segundo José Pereira Palha, “a adesão dos agricultores e produtores do Alentejo e das transformadoras a esta iniciativa foi imediata e só mostra que a agricultura portuguesa continua a contribuir para o desenvolvimento económico nacional, mas também a promover a solidariedade”.

Com esta doação, os Cereais do Alentejo, a Germen e a Cerealis garantem a distribuição de massa e farinha de origem nacional a centenas de famílias carenciadas em todo o País. “Vivemos um tempo inédito, que nos obriga a ser inovadores na procura de soluções para combater a fome. Os agricultores e as transformadoras portugueses sempre nos ajudaram, mas estando também eles a enfrentar desafios, só podemos reforçar o nosso agradecimento por esta doação de trigo transformado em farinha e massa”, salienta Isabel Jonet, Presidente da Federação dos Bancos Alimentares Contra a Fome.

As cinco toneladas de alimento foram entregues, hoje, segunda-feira, ao Banco Alimentar Contra a Fome, em Lisboa, na presença de José Maria Rasquilha, Vice-Presidente da ANPOC, em representação da fileira dos cereais.

Agricultura

Assembleia da República chumba iniciativas legislativas com vista a nova regulamentação do olival

Iniciativas legislativas chumbadas com ampla maioria parlamentar.

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A Associação de Olivicultores do Sul considera positiva a não aprovação de ontem na Assembleia da República dos projetos de lei e de resolução com vista à regulamentação discriminatória do Olival. 

“Olivum congratula-se com a desmistificação da agricultura intensiva e super intensiva”

Segundo a Associação o resultado representa “a reafirmação do Alqueva – um projeto de três mil milhões de euros –como um empreendimento de fins múltiplos : : abastecimento humano, regadio agrícola e produção de energia, sem exclusão discriminatória de qualquer uma das vertentes” afirma Gonçalo Almeida Simões, diretor executivo da Olivum.

O Olival moderno foi capaz de provar em números a sua eficiência, com um consumo de água de 3m3 por hectare; com recurso reduzido a fitofármacos que corresponde apenas a 8% do total utilizado em Portugal e com um sequestro de carbono de sete a oito toneladas por hectare.

“Natureza do Alqueva como projeto multifuncional é reafirmado na AR”

A desmistificação da agricultura intensiva, super intensiva e da monocultura, assim apelidadas nos projetos legislativos agora chumbados, e a afirmação do olival como agricultura de precisão, dotada de sustentabilidade económica e ambiental, um dos objetivos da Olivum, sai reforçada.

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