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Saúde

Afinal não morreu ninguém no Alentejo por COVID 19

DGS volta atras e diz que morte de ontem no Alentejo não foi por COVID 19

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A DGS volta atras e diz que afinal ainda não ocorreu nenhuma morte no Alentejo

Os dados voltam a surpreender no Alentejo. Para a DGS o que ontem era verdade hoje é mentira. A DGS avançou ontem com a primeira morte na região por COVID 19 mas hoje no seu relatório diz que ainda não existiu qualquer morte.

Na pratica ontem os serviços contabilizaram a morte de um doente que terá falecido por outras causas. Segundo a ministra da saúde Marta Temido a causa da autopsia não apontou para COVID 19 mas sim para outras causas.

Os números referem que existem 63 casos de infeção na região mais um do que ontem.

A nível nacional existem 10524 casos e 81087 de casos suspeitos. Registam-se 266 mortes e 75 pessoas recuperaram.

Mapa COVID 19 do Alentejo. Veja os casos por concelho.

Saúde

Lar de Reguengos não cumpria orientações da DGS diz auditoria da Ordem dos Médicos.

Relatório afirma que doentes foram mantidos “em circunstâncias penosas”, facilitando o crescimento do surto.

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Relatório afirma que doentes foram mantidos “em circunstâncias penosas”, facilitando o crescimento do surto.

“Morreram 18 pessoas do lar de Reguenguos de Monsaraz”

O lar não cumpria as orientações da Direção-Geral da Saúde (DGS), conclui uma auditoria da Ordem dos Médicos, que aponta responsabilidades à administração.

O relatório já foi enviado ao Ministério Público, Ministério da Saúde, Direção-Geral da Saúde e à Ordem dos Advogados

A comissão de inquérito da Ordem dos Médicos diz que não era possível cumprir “o isolamento diferenciado para os infetados ou sequer o distanciamento social para os casos suspeitos”.

“Não existia, por exemplo, definição de circuitos de limpos e de sujos, o que foi feito apenas a 26 de junho, nove dias depois de ter sido confirmado o primeiro caso”, sublinha o relatório da auditoria.

A comissão conclui que “os recursos humanos foram insuficientes para a prestação de cuidados adequados no lar, mesmo antes da crise de covid-19, uma situação que se agravou com os testes positivos entre os funcionários, que os impediram de trabalhar”.

O Ministério Público tem vindo a fazer averiguações devendo abrir um inquérito ao caso.

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