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Opinião

A HIGIENE URBANA É UMA ATITUDE CULTURAL

A opinião de Diamantino Dias

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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em

Os sucessivos governos abandonaram as regras do ordenamento do território, abandonaram as políticas ambientais, uma sociedade que não luta pela promoção da actividade científica no domínio do ambiente e de áreas correlacionadas, de divulgação dos trabalhos realizados e da participação de cientistas e técnicos na definição e acompanhamento das pesquisas, pela divulgação das questões ecológicas através do ensino, será um caminho suicidário.

Vem estas palavras a propósito de uma questão relacionada com a nossa cidade, qual a razão pela qual muitos dos nossos cidadãos  muitas das vezes, encontram os ecoponto vazios, mas colocam no chão o lixo, para este se ir amontoando, dando-se uma ideia de desleixo. Qual a razão para que durante a noite grupos de cidadãos de Évora, se dedicam a espalhar na via publica o lixo que está dentro dos recipientes distribuídos por todo o centro histórico.

Tudo isto tem um objectivo contribuir para uma imagem péssima da cidade, não sei se estes procedimentos, estão ligados a orientações políticas de alguns grupos com o objectivo de denegrir a gestão da cidade. É uma evidência que a falta de meios existentes nas forças de segurança, também não permite a estes, uma acção mais interventiva e de proximidade, mas uma coisa todos sabemos, assim não pode continuar.

Não é possível manter estra acção organizada contra a limpeza da cidade, os responsáveis pelos eventos também devem assegurar a limpeza dos seus espaços, tudo isso é verdade, mas existe uma problema central, há grupos que parecem organizados a fazer tudo isto. Uma política urbanística que garanta às populações das cidades um ambiente urbano equilibrado e saudável; exige das diversas entidades do concelho, iniciarem um trabalho de pedagogia sobre estes atentados contra o nosso ambiente, não é apenas a CME que deve intervir são todas as entidades pública da cidade, incluindo a PSP numa acção preventiva da defesa do meio ambiente.

Não basta dizer umas frases feitas sobre ecologia, é preciso que os avanços tecnológicos que a humanidade já desenvolveu sejam postos ao serviço do ecodesenvolvimento, projectando a inteligência da espécie humana na conservação do seu habitat e na prossecução de uma sempre maior qualidade de vida, garantida a todos os seres humanos, são medidas que passam por políticas ambientais que o os sucessivos governos resistem por tudo em as colocar em prática. Não temos o direito de deixar conspurcar a  cidade, para depois usarmos isso como arma de arremesso contra a Camara Municipal e contra os seus trabalhadores, nós cidadãos somos os primeiros que devemos intervir em defesa da nossa cidade e contribuir para que não contribuam para denegrir a sua imagem.

Opinião

Saúde? É mau de mais para ser ‘Mensagem de Natal’.

A minha opinião

Amilcar Matos

Publicado

em

A mensagem de Natal do primeiro ministro teve como tema central a saúde.

Diz António Costa que “há vários problemas para resolver no Serviço Nacional de Saúde”.

Dizemos Nós pois há. 

O que se lamenta é que estando os problemas identificados, continuam a ser os mesmos, após décadas.

Mais grave é que quem agora elege a saúde como tema ‘principal’ já tenha governado um ‘valente par de anos’ e pouco tenha alterado o cenário de sempre.

Enquanto utente não aceito ver pessoas à porta do centro de saúde do bairro a partir das 5 da manhã. 

Isto sempre existiu e continua a existir.

Enquanto utente não aceito ver quem aguarda por uma cirurgia há mais de 2 anos.

Isto sempre existiu e continua a existir.

Enquanto utente não aceito doentes espalhados pelo corredor de um qualquer hospital horas e horas sem atendimento.

Isto sempre existiu e continua a existir.

Enquanto utente não aceito estar a aguardar por um médico de família nos últimos 10 anos.

Isto sempre existiu e continua a existir.

Enquanto utente não aceito ter que fazer 40kms para comprar um simples paracetamol na única farmácia que tenho de serviço no concelho.

Se tudo isto existiu nas últimas décadas que sentido tem uma mensagem de Natal a falar disto.

Prometer mais e melhor. Mas que margem de ‘crédito’ tem um qualquer político dos que tem governado para prometer o que quer que seja a 1 português na área da saúde.

Enquanto a ‘saúde’ for um antro de compadrio dificilmente haverá mais para dar. 

Enquanto uns tiverem seguros, sistemas de saúde e outros nada dificilmente teremos uma ‘saúde’ para todos.

Enquanto o ‘privado’ for um meio de ganhar dinheiro para os ‘empregados’ do ‘público’, dificilmente teremos um melhor serviço nacional de saúde.

Se sabe isto tudo porque não tem feito melhor? A falta de dinheiro não serve como resposta quando nos últimos anos se tem andado, e continua, a salvar bancos ‘duvidosos’ para salvar fortunas de amigos ‘duvidosos’.

Eleger a saúde para tema principal de uma mensagem de Natal, em 2019, é falta de saúde no ‘espírito’ e de assunto para abordar.

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