Últimas:
302 futuros militares da GNR começam formação em Portalegre. – TDS Radio e Televisão do Sul
Siga-nos
blank

Policias

302 futuros militares da GNR começam formação em Portalegre.

7% tem formação superior e 10% são mulheres

Rádio e Televisão do Sul | TDS

Publicado

em

Incorporação do 44.º Curso de Formação de Guardas

“7% tem formação superior e 10% são mulheres”

Amanhã, dia 21 de junho, no Centro de Formação de Portalegre (CFP) da Escola da Guarda, decorre a incorporação do 44.º Curso de Formação de Guardas, composto por 302 Guardas-provisórios.

O curso terá a duração aproximada de oito meses, período em que serão ministradas, à distância e presencialmente, de acordo com as orientações da Direção-Geral da Saúde, diversas matérias relativas quer à formação geral militar, quer à formação nas áreas jurídicas e técnico-profissionais.

A formação contemplará ainda uma vertente de caráter prático (formação em exercício), com o objetivo de proporcionar aos Guardas-provisórios uma experiência prática de exercício das funções inerentes ao serviço operacional da GNR.

Dos 302 Guardas-provisórios a incorporar destaca-se que:  

  • 10% são do género feminino;
  • 93% têm como habilitações literárias o 12.º ano de escolaridade e 7% têm formação académica superior;
  • 57% estão na faixa etária 20-24 anos;
  • 46% cumpriram serviço militar nas Forças Armadas.

Crime

Militares da GNR de Reguengos não foram chamados aos tumultos. Acompanharam os agressores.

Agressores foram pedir ‘justiça’ ao posto da GNR.

Rádio e Televisão do Sul | TDS

Publicado

em

Violência em Reguengos de Monsaraz

“Militares acompanharam agressores”

A história dos acontecimentos de Reguengos de Monsaraz, no último fim de semana, não está contada na sua totalidade.

Os militares da GNR não foram chamados para ‘acalmar’ os tumultos.

Tudo começou quando os alegados agressores tentaram que lhes fosse servida bebida tendo o proprietário do espaço recusado. “Era cerca das 22h00 e a lei proíbe a venda de bebidas alcoólicas”, segundo referiu fonte próxima do proprietário do bar .

Após a recusa os alegados agressores foram às instalações da GNR de Reguengos de Monsaraz pedir a intervenção da GNR contra o próprio bar.

Para espanto de todos os agressores chegaram ao bar, pouco depois, acompanhados dos dois militares da GNR, visíveis nas imagens.

O responsável do bar justificou a recusa da venda de bebidas alcoólicas, às autoridades, tendo os alegados agressores partido para a violência.

Três pessoas ficaram feridas após atropelamento, uma delas com fracturas num membro superior, tendo sido assistido no Hospital de Évora.

Continuar a ler

x
error: O conteúdo está protegido!!