Siga-nos

Opinião

25 de Abril – Opinião

Esta é a o opinião de Sílvia Pinto, presidente da câmara municipal de Arraiolos, sobre os 45 anos do 25 de Abril

Avatar

Publicado

em

25 de Abril – 45 anos  de liberdade e democracia

No dia 25 de Abril de 1974 terminou um período negro da história do nosso país. Com o “25 de abril”” chegou a democracia, a liberdade e o fim da guerra colonial. O fim do regime ditatorial foi fundamental para os portugueses, com consequências em diversas situações:

– Na realização de eleições livres e no livre associativismo, bem como na legalização e permissão da existência de partidos políticos, fundamentais para a democratização do país; 

– No fim da censura e na restauração da liberdade de expressão, na extinção da polícia política (PIDE) e na libertação dos presos políticos, restituindo a liberdade e a dignidade aos portugueses;  

– No reconhecimento aos povos de África colonizados por Portugal do direito à independência e à autodeterminação, como tinha sido aprovado em resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas, em 1963.

Nunca é demais lembrar os que perderam a vida (apenas de acordo com números oficiais mais de oito mil portugueses), bem como os que sofrem até hoje as consequências físicas e psicológica da guerra.

No dia 25 de Abril de 1974 nasceu a esperança na igualdade, para criar uma sociedade  mais solidária e mais fraterna, onde a fome, a pobreza e a repressão fossem erradicadas para dar lugar a melhores condições de vida a todos os portugueses.

A luta pelos direitos fundamentais do povo português foi reconhecida na Constituição da República Portuguesa, aprovada pela  Assembleia Constituinte em 1976.

As transformações em Portugal, só possíveis devido à “Revolução dos Cravos”, trouxeram ao povo português o direito à saúde, à educação, à habitação e  ao associativismo, que podemos considerar “conquistas de Abril”.

Entre elas encontramos ainda a implementação do Poder Local Democrático que se revelou essencial para o desenvolvimento do país.

Falta cumprir nesta área com a instituição das Regiões Administrativa, única forma de ultrapassar as inócuas tentativas de transferência de competências para as autarquias, que constituem uma afronta ao Poder Local e ao povo português. 

A liberdade, a democracia e o direito ao trabalho constituem motivos justos para manter viva a luta  por uma vida digna.

No dia 25 de Abril de 2019 vamos comemorar 45 anos da “Revolução dos Cravos” relembrando que é necessário manter vivos “os Valores de Abril no Futuro de Portugal” .

A Presidente da Câmara Municipal de Arraiolos

Sílvia Pinto

Opinião

Carta aberta a Joacine Katar-Moreira.

A opinião de Gaspar Macedo

Rádio e Televisão do Sul | TDS

Publicado

em

Cara deputada.

Não escrevo esta carta pela sua gaguez, nem por ser mulher e muito menos por ser negra. Escrevo, porque estou farto dessa sua vitimização que reduz todos aqueles que de si discordam a “racistas”, preconceituosos de “extrema-direita”.

Recentemente, acusou até Daniel Oliveira, um jornalista de esquerda, de ser uma versão “mais polida” da extrema-direita. Para mim, o seu problema não é ser gaga mas sim ser uma egocêntrica e por isso não é muito diferente das pessoas que diz tanto ser contra. Vive da divisão, enquanto explora por mediatismo as diferenças e ressentimentos dos dois lados.

A verdade, é que a Joacine tem o direito de se vender constantemente como vitima, de acusar quem quiser de extrema-direita, ou de convenientemente confundir o valor histórico de uma pintura dos emissários indianos que saúdam Vasco da Gama, com uma “apologia” à escravatura ou uma qualquer “prova” de “racismo institucional”. O seu assessor tem o direito a usar saia e os seus apoiantes de empossar as bandeiras que bem entenderem.

A verdade, é que a deputada Joacine é o produto de uma comunicação social – em maioria preguiçosa- que anseia por “escândalos” sem substância, como os mexericos das saias ou as intrigas dos lugares apertados. A mensagem que transporta acaba por ser sobreposta pelas jogadas mediáticas.

Nós que assistimos, para além do direito temos o dever de ignorar tudo isso e falar daquilo que realmente importa, porque continuar a alimentar estas discussões fúteis, em torno de “não-questões”, é dar vida a uma corrente politica de egos frágeis e egocentrismos fortes, onde se fala mais dos políticos do que das politicas e dos problemas das pessoas.

Tenho dito.

Gaspar Macedo

Continuar a ler
Publicidade

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

OUTRAS NOTÍCIAS

Categorias

Comentários

ARQUIVO

CALENDÀRIO

Novembro 2019
S T Q Q S S D
« Out    
 123
45678910
11121314151617
18192021222324
252627282930  

Top

Copyright © 2019 TDS - Rádio e Televisão do Sul